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Pesquisa da Toluna revela que 70% dos brasileiros passaram a poupar mais por conta da pandemia

Estudo completo da Toluna, sobre hábitos financeiros desenvolvidos durante a pandemia, detecta que brasileiros poupam por receio do futuro.

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São Paulo, SP 18/2/2021 – Muitos dos entrevistados (39%) concordam que a pandemia atrapalhou completamente qualquer tipo de planejamento financeiro

Estudo completo da Toluna, sobre hábitos financeiros desenvolvidos durante a pandemia, detecta que brasileiros poupam por receio do futuro.

Incertezas sobre o futuro e medo dos desdobramentos da pandemia da Covid-19. Essas são as principais causas que levam mais brasileiros a poupar, detectadas em pesquisa realizada no mês de fevereiro pela Toluna, empresa que fornece insights de mercado. Entre os entrevistados, 70% confirmaram que passaram economizar mais por conta do vírus da Covid-19.

E quais os principais motivos para segurar o dinheiro? O maior deles é o medo do futuro (65%), seguido pela preocupação com possíveis despesas médicas (32%). Já 26% das pessoas entrevistadas revelaram que passaram a economizar durante a quarentena, pois não tiveram como gastar com despesas de lazer, como restaurantes e viagens.

Ademais, muitos dos entrevistados (39%) concordam que a pandemia atrapalhou completamente qualquer tipo de planejamento financeiro, enquanto apenas 3% afirmaram que o vírus da Covid-19 em nada interferiu seus planos econômicos.

Para os entrevistados, janeiro é o mês que mais gera sensação de ser pressionado por gastos: 33% disseram que o primeiro mês do ano causa enorme sufoco no orçamento, enquanto 30% disseram que se sentem tensionados por gastos em todos os meses do ano.

As despesas que mais pesam no orçamento, segundo a pesquisa da Toluna, são: contas para manter a casa, como luz, gás, condomínio (44%) e mercado (42%). 34% dos entrevistados afirmaram que gastam mais com escola e plano de saúde do que com outras despesas nesse período.

Uma enorme parte dos entrevistados (79%) concordaram, também, serem abusivos os aumentos perpetrados pelos planos de saúde no último ano. E 28% estão avaliando uma possível troca de operadora de planos para amenizar os gastos.

Paradoxalmente ao desejo de poupar detectado pela pesquisa, 59% dos entrevistados revelaram possuir dívidas, sendo a maioria com cartões de crédito (58%), seguido por bancos (38%) e financiamentos (31%). Para 18% dos que responderam à pesquisa, 40% dos seus ganhos estão comprometidos com dívidas.

Corroborando notícias recentes que mostram uma maior parcela da população interessada em investir na bolsa ou em outros canais: 29% dos que responderam ao questionário da Toluna afirmaram que investem seu dinheiro em bancos, enquanto 16% em bancos e plataformas específicas.

A pesquisa da Toluna foi realizada entre os dias 03 e 04 de fevereiro de 2021, com 820 pessoas (45% homens e 55% mulheres) das classes A, B e C, segundo critério de classificação de classes utilizado pela Abep – Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, onde pessoas da classe C2 têm renda média domiciliar de R$ 4.500 por mês. Estudo feito com pessoas acima de 18 anos, de todas as regiões brasileiras, com 3 pontos percentuais de margem de erro e 95% de nível de confiança.

A Toluna fornece insights em tempo real sobre consumidores na velocidade da economia sob demanda. Ao combinar a escala global e a experiência local com tecnologia inovadora e design de pesquisa premiado ajuda seus clientes a explorar o futuro agora. A Toluna pertence à Harris InteractiveEurope e KuRunData. Juntas, elas desenvolvem um trabalho de excelência para levar o campo da pesquisa de mercado para um amanhã melhor. Para mais informações, basta visitar o site tolunacorporate.com.

Website: http://www.tolunacorporate.com

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Fusões e aquisições empresariais apresentam queda em relação a anos anteriores

Em 2020 o número de fusões e aquisições empresariais caiu em relação ao ano anterior, os setores de tecnologia e finanças lideram a quantidade de operações finalizadas.

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São Paulo, SP 2/3/2021 – Acreditamos na democratização dos meios de pagamento, quanto mais soluções e opções para o cliente final, melhor.

Em 2020 o número de fusões e aquisições empresariais caiu em relação ao ano anterior, os setores de tecnologia e finanças lideram a quantidade de operações finalizadas.

Ao longo do ano de 2020 o número de fusões e aquisições empresariais realizadas no Brasil apresentou uma queda de 5% em relação ao ano anterior, conforme dados do boletim mensal da consultoria Transactional Track Record (TTR). Os resultados ainda apontam que ao total foram registradas 1.549 transações ao longo do ano, gerando um valor de R$ 229,5 bilhões.

A provável causa da baixa foi a crise econômica gerada pela pandemia de COVID-19, o que pode ser reforçado ao observar atentamente os dados sobre os setores que apresentaram alta no volume de aquisições e fusões. Com aumento de 19% em relação ao ano anterior, o setor de tecnologia liderou com 504 operações concluídas, seguido pelo setor de finanças com 222 finalizações, apresentando 4% de alta.

Em setores ligados diretamente a serviços ofertados ao cliente final, é possível verificar a tendência de ampliação no leque de opções direcionadas ao público-alvo bem como o foco na experiência do cliente final. Isso faz com que cada vez mais empresas busquem nas fusões e aquisições o aprimoramento na excelência de seus serviços e produtos ofertados, além da expansão de negócios para se destacar entre os demais.

Este foi o caso da Pagsmile, empresa especializada nas operações de cross-border, que recentemente adquiriu o sistema e a tecnologia da Levpay, e agora conta com mais de 50 colaboradores no Brasil após a fusão entre as empresas. Para Alexandre Douek, Ex-CEO da Levpay e former Diretor da Pagsmile, a aquisição do sistema da Levpay, fez com que a Pagsmile se tornasse um meio de pagamento completo. Destacando outro ponto importante das fusões empresariais, Alexandre ainda reforça a importância de confiar nos serviços prestados pelos lados, reforçando assim o compromisso com as missões e visões de ambos. “Acreditamos nos valores e no potencial da Pagsmile e por isso os escolhemos como parceiros para venda do sistema, pois sabemos que vão fazer um bom uso dele adicionando valor durante o processo de pagamento para usuários finais.”

Para Marlon Tseng, Gerente Geral da Pagsmile, a aquisição do sistema Levpay é um importante passo em direção ao objetivo da empresa, que segue no caminho para se tornar referência na oferta de soluções instantâneas de pagamento. “Acreditamos na democratização dos meios de pagamento, quanto mais soluções e opções para o cliente final, melhor.”

Com a relação estabelecida entre os dados apresentados pela TTR e as tendências do mercado, fica claro que cada vez mais fusões como esta se farão presentes no mercado brasileiro. Isto reforça a importância em manter o foco direcionado à oferta ampla de serviços com qualidade e adaptados às necessidades dos clientes.

Website: http://www.pagsmile.com

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Cresceu o número de microempreendedores individuais em 2020

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Cresceu o número de microempreendedores individuais em 2020
No Brasil, se gasta, em média, dois dias e 13 horas para abrir uma empresa. - Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O setor responde por 56,7% do total de negócios em funcionamento no país.

O número de Microempreendedores Individuais (MEI) cresceu no país ao longo de 2020. Do total de 3.359.750 empresas abertas no período, 2.663.309 eram MEIs, representando um crescimento de 8,4% em relação ao ano de 2019. Os dados são do Mapa de Empresas, do Ministério da Economia, referente ao terceiro quadrimestre do ano passado.

No fim do terceiro quadrimestre de 2020, existiam, no Brasil, 11.262.383 MEIs ativos. Hoje, eles respondem por 56,7% do total de negócios em funcionamento no país.

Um desses negócios que teve início no ano passado na área de tecnologia da informação é o de Mateus Batalini, que mora em Toledo, no Paraná. Ele afirma que está satisfeito com os resultados e conta como o processo de abertura da empresa foi bem mais ágil do que esperava.

“A abertura de minha empresa foi um processo super rápido. Estava com bastante medo antes de abrir a empresa, porque eu precisava abrir com urgência, pois o momento era propício, então eu precisava fazer o quanto antes. E, quando eu fui de fato abrir, foi uma surpresa pra mim pela rapidez e a facilidade que eu tive. Em pouquíssimos dias eu já estava trabalhando. A empresa já está funcionando e estou bem contente com os resultados”, afirmou Mateus.

O que é MEI

É uma classificação de empresa criada no Brasil para regularizar de forma simplificada a situação de muitos empreendedores no país que antes eram considerados trabalhadores informais.

Quem quer começar um negócio ou já trabalha por conta própria e fatura até R$ 81 mil por ano pode ser um Microempreendedor Individual.

Mapa de Empresas

No Brasil, se gasta, em média, dois dias e 13 horas para abrir uma empresa. A redução do tempo é recorde se comparado aos últimos meses. Em relação ao quadrimestre anterior, por exemplo, houve uma queda de 11,6% e, em relação ao fim de 2019, de 43%.

O Governo Federal trabalha com uma meta de, até o fim de 2022, a abertura de empresas em todo o país ocorrer em até um dia.

“A missão é simplificar e desburocratizar ao máximo o processo de abertura de empresas no Brasil. A principal estratégia que usamos para atingir esse objetivo é a transformação digital de serviços. Em 2020, atingimos a marca histórica de mais de 20 milhões de empresas ativas no Brasil e reduzimos praticamente pela metade o tempo de abertura no Brasil”, ressaltou o diretor do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração, do Ministério da Economia, André Santa Cruz.

No país, há uma forte predominância das atividades do setor terciário da economia. O setor de Serviços é responsável por 46,2% do total de empresas existentes. E o de Comércio, por 34,8%. Logo em seguida, aparecem os de Indústria de Transformação (9,5%); Construção (8,1%) e Agropecuária (0,6%).

 

Para virar um Microempreendedor Individual, acesse o Portal do Empreendedor

 

Por | gov.com.br

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Compra segura de fazendas no estado do Pará é um desafio vencido

O processo de compra de imóveis rurais requer muitos cuidados para lidar com a burocracia e garantir segurança jurídica em relação à transferência da posse e da propriedade imobiliária. Empresa paraense contribui para a quebra desse paradigma, garantindo 99% de assertividade na redução dos riscos relacionados à compra e venda de terras no Estado do Pará.

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Castanhal – Pará 2/3/2021 – O que mais dificulta a vinda de investidores ao Pará é o nível baixo de regularização fundiária e ambiental dos imóveis rurais. Esse problema tem solução.

O processo de compra de imóveis rurais requer muitos cuidados para lidar com a burocracia e garantir segurança jurídica em relação à transferência da posse e da propriedade imobiliária. Empresa paraense contribui para a quebra desse paradigma, garantindo 99% de assertividade na redução dos riscos relacionados à compra e venda de terras no Estado do Pará.

A partir de 22/07/2008 se tornou proibida a derrubada ou a destruição de espécimes das fisionomias florestais existentes na Amazônia legal. A Lei dispõe sobre o “Programa Desmatamento Zero”, com a finalidade de conter o desmatamento na Amazônia legal, e isso afetou diretamente a forma como se compra e vende terras produtivas dentro do território, em especial no estado do Pará a desinformação na hora de transacionar essa terra é muito alta, fazendo com que sejam frustradas as intenções de se usufruir da totalidade da terra adquirida.

Soma-se à mudança legal, a desinformação geral no momento das transações imobiliárias que afeta praticamente 90% das vendas e impede que os compradores possam usar e gozar de todos os direitos relativos à propriedade rural.

Neste sentido há um movimento da iniciativa privada de não deixar a solução apenas nas mãos do poder público, e seu característico impasse burocrático, para assumir o protagonismo nas negociações imobiliárias no agronegócio.

“A venda de terras no Estado do Pará está ligada diretamente à regularização fundiária e ambiental, o acesso a propriedades consolidadas com garantias dificulta a vinda de grandes produtores e empresas investirem em agropecuária no estado do Pará, justamente por causa dos conflitos agrários e ambientais existentes.” relata o engenheiro agrônomo Cléber Oliveira, diretor executivo da Agroportal Agronegócios.

Com mais de 15 anos de experiência em regularização fundiária e ambiental na Amazônia, a empresa Agroportal Agronegócios domina o processo de compra e venda de imóveis e pode evitar, por exemplo, a sobreposição de áreas com outras propriedades, projetos de assentamento, áreas quilombolas e terras indígenas.

Em complemento ao leque de confiabilidade, a Agroportal também faz uma completa varredura em relação aos autos de infração e existência de multas para áreas abertas antes de 2008, e atesta, através da evolução temporal de imagens de satélites, a possibilidade de destinação da terra para fins produtivos, com segurança jurídica.

Se a área for de posse comprovadamente mansa e pacífica, a Agroportal Agronegócios ainda auxilia no processo de titulação junto ao órgão fundiário competente (INCRA ou ITERPA), e agrega maior confiabilidade na transação jurídica relacionada ao processo de compra da posse até o registro imobiliário para garantia da propriedade.

Website: https://aportal.com.br/

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