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Plataforma Sistema IBVD oferece solução completa e econômica de ferramentas de marketing digital para empreendedores

Provedores de serviços de marketing digital, como a plataforma Sistema IBVD, oferecem simplicidade, economia e eficiência no auxílio a empreendedores empenhados em atender a demanda crescente por produtos on-line.

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São Paulo, SP 10/2/2021 – Nossa plataforma reúne todos os frames para uma boa operação de negócios lastreada no marketing digital, seja para produtos físicos, serviços ou infoprodutos

Provedores de serviços de marketing digital, como a plataforma Sistema IBVD, oferecem simplicidade, economia e eficiência no auxílio a empreendedores empenhados em atender a demanda crescente por produtos on-line.

O ano de 2020 foi marcado por enormes desafios e a consequência foi um elevado índice de aprendizado das organizações em um cenário atípico, 100% novo, trazido por um problema mundial de saúde pública: a pandemia de Covid-19. Esse inesperado contratempo obrigou o exercício da criatividade e revelou a capacidade de reinvenção das empresas. E o segmento que mais se destacou foi o comércio, sobretudo o digital.

Os números são expressivos. A Neotrust, consultoria especializada em analisar relatórios de vendas dos marketplaces, revelou faturamento de R$ 90 bilhões pelo e-commerce brasileiro de janeiro a setembro de 2020, crescimento superior a 70% sobre igual período de 2019.

Esse mesmo estudo revelou ainda que só no terceiro trimestre do ano passado 5,8 milhões de pessoas fizeram sua estreia nesse canal de compras e passaram a integrar o universo dos consumidores adeptos do comércio on-line.

O ganho de performance desse segmento é notável. Quem já atuava no e-commerce, claro, saiu na frente, mas o comércio tradicional adaptou-se à nova realidade e empreendedores estreantes perceberam rapidamente o crescimento da demanda e também habilitaram-se a participar do banquete.

“O que vimos nesse cenário foi uma verdadeira explosão de pequenos empreendedores de diversas regiões e bairros das grandes cidades que se apresentaram ao mercado com inovação e agilidade, atendendo às necessidades mais imediatas dos consumidores”, destaca Edmundo Roveri, CEO da plataforma Sistema IBVD, criador da comunidade Empreenda com Liberdade e autor de sete livros sobre empreendedorismo digital.

Isso foi possível, segundo ele, devido às facilidades que provedores de serviços de marketing digital proporcionam aos empreendedores que têm um projeto, mas na maioria dos casos não têm os recursos apropriados. É assim a plataforma Sistema IBVD, segundo Roveri, que traz soluções simples e econômicas sem deixar de atender todas as demandas desses empresários potenciais, a maioria deles sem conhecimento técnico para planejar, estruturar e desenvolver as ferramentas necessárias às vendas on-line.

“Nossa plataforma reúne todos os frames necessários a uma boa operação de negócios lastreada no marketing digital, seja para a venda de produtos físicos, serviços ou infoprodutos”, informa Roveri.

Entre os recursos disponíveis, ele destaca a hospedagem e certificado digital gratuitos, possibilidade de criação ilimitada de páginas com SMTP próprio e domínio exclusivo, duplicação e exportação de site, vasta biblioteca de páginas prontas com mais de 200 temas, que basta um clique para ser copiada e em seguida alterada sem dificuldade, da forma que desejar, autorresposta de e-mails, disparo automático de peças de e-mail marketing e funil de segmentação de leads.

A estrutura foi pensada para facilitar o gerenciamento de equipe de colaboradores, tanto internos quanto externos. Traz ainda uma área de treinamento destinada à equipe interna, alunos ou possíveis clientes, sendo possível oferecer gratuitamente ou cobrar pelo acesso. Complementam as facilidades, relatórios do Google Analytics, que permitem medir o desempenho de cada integrante da força de vendas.

Para promover a aproximação com o cliente, diferencial imprescindível no mundo dos negócios, a plataforma Sistema IBVD destaca-se em relação às concorrentes do mercado em pontos fundamentais, fruto da experiência de Roveri no mercado do marketing digital, área em que atua há mais de 15 anos.

Por exemplo, oferece um módulo de CRM – Customer Relationship Management, para facilitar o conhecimento do perfil do cliente, robô de disparo automático de mensagens e de compartilhamento, integrações para o envio de mensagens no messenger do Facebook e gerenciamento de leads em grupos no WhatsApp.

Roveri aconselha: “O empreendedor que chega para competir no mercado ainda sem estrutura própria deve começar com plataformas simples e integradas, com preços acessíveis e fáceis de operar. Usar ferramentas isoladas e fazer a integração entre elas é um passo para ter problemas técnicos e não chegar aos resultados desejados”.

O que é comum, para empreendedores novos ou já atuantes no mercado, é ter informações relevantes sobre o comportamento e os anseios do consumidor, considerando que as compras on-line passaram a fazer parte da rotina das pessoas de todas as classe sociais, idades e perfis. Mas a experiência de compra ainda tem um vasto caminho a ser trilhado.

O E-commerce Quality Index (EQI), indicador de mercado criado pela Lett, startup de trade marketing vocacionada a aproximar marcas e consumidores, avalia a qualidade do comércio eletrônico brasileiro e aponta que o consumidor se encontra insatisfeito com o que vem sendo apresentado a ele por esse canal de vendas.

Essa insatisfação deve-se à apresentação dos produtos, às imagens exibidas e às informações oferecidas. O EQI edição 2020 analisou 92 sites de e-commerce, totalizando 5,1 milhões de páginas de produtos, e apurou índice de apenas 43%, leve elevação de apenas 8% em relação a 2019, mas aquém do ritmo crescente de um mercado que ampliou em pelo menos 70% seus resultados no ano passado.

Para atingir EQI 100, conforme os critérios do estudo, a página precisa exibir no mínimo três imagens de cada produto, 1.700 palavras ou mais na descrição, títulos entre 20 e 100 caracteres com definição de pelo menos uma categoria, média de quatro estrelas na avaliação dos consumidores e cinco ou mais comentários de compradores.

Como o atendimento e a consequente satisfação dos consumidores tem sido o que faz a empresa de varejo triunfar ou fechar as portas, a pesquisa desenvolvida pela Lett revela oportunidades reais para o empreendedor que deseja fazer a diferença no mercado. “E nós temos na plataforma Sistema IBVD instrumentos para auxiliar empreendedores dispostos a realmente inovar na satisfação do cliente”, afirma Roveri.

Segundo o especialista, o e-commerce que for mais eficiente nesse quesito, ou seja, trabalhar melhor as informações on-line, ser mais efetivo e direto na comunicação de seus produtos e manter relacionamento próximo com seus clientes, obtendo feedbacks constantes e procurando ajustar-se para melhor atendê-los, terão mais possibilidades de sucesso.

Website: http://www.sistemaibvd.com

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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