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Quais são os benefícios do outsourcing de facilities?

O principal foco no outsourcing é melhorar a produtividade, aumentar a lucratividade e permitir que as empresas concentrem seus esforços em seu negócio principal e na vantagem competitiva principal.

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São Paulo, SP 20/1/2021 – “As empresas estão ampliando sua abordagem de terceirização à medida que começam a ver isso como mais do que uma simples jogada de corte de custos.”

O principal foco no outsourcing é melhorar a produtividade, aumentar a lucratividade e permitir que as empresas concentrem seus esforços em seu negócio principal e na vantagem competitiva principal.

O sentimento em relação à terceirização (outsourcing) está mudando fortemente. Enquanto no final dos anos 2000 as empresas concentravam suas atividades através da terceirização, como uma resposta às mudanças no sentimento político, deflação salarial e alta oferta de trabalho, a realidade hoje sinaliza um aumento líquido no consumo do outsourcing.

Ao avaliar os riscos e benefícios da terceirização, os clientes não chegam mais à conclusão de trazer os serviços de volta para casa.

Em vez disso, e como a Deloitte coloca em sua última Pesquisa Global de Outsourcing: “As empresas estão ampliando sua abordagem de terceirização à medida que começam a ver isso como mais do que uma simples jogada de corte de custos.”

Os principais benefícios do Outsourcing do facilities no Built to Suit

O principal foco no outsourcing é aumentar a lucratividade, melhorar a produtividade, reduzir os riscos do negócio, aumentar a competitividade e permitir que as empresas concentrem seus esforços em seu negócio principal e na vantagem competitiva principal.

Na maioria das vezes, as tarefas são terceirizadas por facilities; fornecedores especializados em seu campo de negócios e com maior conhecimento em processos não prioritários.

Naturalmente, o conhecimento e a experiência na conclusão de tarefas resultam em uma saída de melhor qualidade e as tarefas podem ser concluídas de forma mais rápida e eficaz.

Tarefas como gerenciar as instalações, reformas, mudanças, rede de computadores, pontos elétricos, recepção, limpeza, copa, material de limpeza, e outras coisas, tudo isso demanda tempo e esforço.

Essas atividades não agregam nada à entrega do produto ou serviço e demanda tempo e esforço geralmente do empreendedor ou empresário.

Já pensou trocar todos esses problemas por um contrato, onde são especificadas as garantias do escopo?

O serviço de Outsourcing de facilities é um subproduto e está incluso no Built To Suit. A GOWORK desenvolveu uma solução onde entrega um escritório sob medida para os clientes, desenvolvido de acordo com as suas necessidades.
https://www.gowork.com.br/blog/built-to-suit-sp-2/

O Built-to-GO une um projeto de escritório turn-key e o outsourcing dos serviços operacionais (limpeza, copa, recepção etc.), dentro de padrões corporativos internacionais.
O conceito do Built to Suit se resume em uma estratégia de busca de imóveis com localizações privilegiadas e características desejadas pelo cliente, disponibilizando desde andares de um edifício até um prédio inteiro, com a construção completamente personalizada.

Posteriormente a empresa fará a adequação do espaço de acordo com a planta pré-aprovada, sendo realizado o gerenciamento da operação do escritório desde o pagamento das despesas até a equipe de TI.

As vantagens desse serviço vão além de entregar um imóvel personalizado e apropriado para seu determinado tipo de negócio.

Entretanto o built to suit não somente disponibiliza um imóvel com estrutura ideal para as necessidades do locatário, mas oferece também serviços pós-construção, como outsourcing de facilities, incluindo copa, ar-condicionado, pequenas reformas, mudança de layout, limpeza, etc.

Esta ação possibilita que não se tenha preocupação nenhuma no estabelecimento de um escritório para sua empresa, ficando tudo por conta da Gowork.

Fatores a serem considerados ao optar pelo outsourcing:

Mesmo que a terceirização traga muitos benefícios, os seguintes fatores e considerações devem ser feitos antes de se tomar uma decisão final:

Existe uma vantagem competitiva em optar pelas facilities?

Para qualquer tipo de empresa de serviços, indústria ou comércio o outsourcing de facilities é viável.

Geralmente as atividades de facilities não são o meio-fim para entrega do produto ou serviço, a não ser, que a empresa seja uma gestora de facilities.

O outsourcing de facilities pode ser temporário ou recorrente?

Se a tarefa representa uma necessidade recorrente ou até mesmo temporária, terceirizar o ofício para facilities, que possui experiência e pode fornecer um serviço com maior qualidade profissional, pode ser a melhor opção ao escolher contratar uma nova equipe de pessoas que possuam as habilidades que você deseja.

A tarefa pode ser tratada com mais eficiência (no que diz respeito ao conhecimento, custos).

Referindo-se ao que foi mencionado anteriormente – conhecimento e experiência na conclusão de tarefas, geralmente resultam em uma saída de melhor qualidade e as tarefas podem ser concluídas com mais eficácia e rapidez.

Os custos do serviço de facilities são menores ao escolher em tempo e mão de obra para fazer internamente?

Naturalmente, se um terceiro pode cumprir a tarefa com uma produção melhor e por um custo menor do que você pode fazer internamente, a terceirização pode ser uma ótima maneira de melhorar seu balanço patrimonial.

Porém deve-se considerar outros custos em fazer essa tarefa internamente. Como: contratação, rescisão, férias, faltas, doenças, gerenciamento do gestor a essa equipe de facilities, o esforço da equipe de compras em cotar e comprar os produtos de limpeza com o melhor preço.

Ainda se considerar o pessoal de pequenas reformas como, trocar uma mesa de local, colocar mais um ponto de tomada, rede e telefone em uma nova sala, criar uma divisória, tudo isso irá demandar um tempo de uma pessoa da empresa, para planejar, executar e acompanhar.

Empresas como Coworking, pensando nisso, incluem todos esses serviços de facilities dentro de um serviço e ainda com outros benefícios como: ter um espaço de trabalho sem fiador, networking entre os empreendedores, alvará de funcionamento, IPTU, alvará de funcionamento, etc.
https://www.gowork.com.br/blog/coworking-tudo-sobre-tema/

O outsourcing de facilities incluso na Solução Built to GO da GOWORK é viável, pois libera tempo do empreendedor/empresário o bem mais precioso, que não pode ser armazenado ou comprado.

Website: https://www.gowork.com.br/blog/

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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