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Sensores da Velodyne Lidar equipam o sistema de monitoramento de linhas elétricas V3 da LineVision

A Velodyne fornecerá à LineVision sensores para aprimorar a operação de serviços elétricos e ajudar a evitar incêndios florestais destrutivos

Publicado

em

SAN JOSÉ, Califórnia 29/10/2020 –

A Velodyne fornecerá à LineVision sensores para aprimorar a operação de serviços elétricos e ajudar a evitar incêndios florestais destrutivos

A Velodyne Lidar, Inc. (Nasdaq: VLDR) anunciou hoje um contrato de venda com a LineVision, Inc., fornecedora de soluções de monitoramento, otimização e proteção da rede elétrica mais importante do mundo. A LineVision utiliza sensores lidar da Velodyne em seu sistema de monitoramento de linhas elétricas V3 para ajudar concessionárias de serviços públicos a operarem sua rede com mais segurança e eficiência.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20201029006357/pt/

Powered by Velodyne’s Puck™ sensor, the LineVision V3 system assists utilities by identifying operational anomalies in power lines, helping to mitigate events that could cause wildfires or damage before they happen. (Photo: LineVision, Inc.)

Powered by Velodyne’s Puck™ sensor, the LineVision V3 system assists utilities by identifying operational anomalies in power lines, helping to mitigate events that could cause wildfires or damage before they happen. (Photo: LineVision, Inc.)

Equipada com o sensor Puck™ da Velodyne, a tecnologia da LineVision oferece a clientes concessionárias de serviços públicos visibilidade antes indisponível sobre a vitalidade de ativos para possibilitar uma gestão otimizada. Essa consciência situacional auxilia as concessionárias ao identificar anomalias operacionais, ajudando a mitigar eventos que poderiam causar incêndios florestais ou outros danos antes que aconteçam. As linhas equipadas com o monitoramento da LineVision são mais seguras, confiáveis e podem transmitir até 40% mais energia que linhas não monitoradas.

O sistema V3 da LineVision emprega sensores da Velodyne juntamente com análises avançadas para monitorar continuamente as condições de linhas elétricas e possibilitar uma operação mais segura e confiável. O sistema é capaz de detectar problemas como linhas arqueadas, danificadas por uma tempestade ou que apresentem riscos por movimentação extrema ou “galope”.

“Os trágicos incêndios florestais que estão ocorrendo neste momento no oeste dos Estados Unidos mostram que é fundamental monitorar linhas de transmissão elétrica para reduzir riscos de incêndio”, declarou Anand Gopalan, CEO da Velodyne Lidar. “A tecnologia da LineVision pode ajudar concessionárias de serviços públicos a evitarem incêndios como esses que tiveram um efeito devastador sobre nossas florestas e vizinhanças. Temos um enorme orgulho de realizar esta parceria com a LineVision em sua importante missão de tornar a rede elétrica mais segura e eficiente.”

O sistema V3 também oferece recursos de classificação dinâmica de linha (Dynamic Line Rating, DLR) para que as concessionárias possam identificar capacidade não utilizada em linhas de transmissão, facilitando assim a integração de recursos de energia renovável na rede. A LineVision tem como clientes as maiores concessionárias de serviços públicos do mundo, e a empresa anunciou recentemente um projeto com a Tennessee Valley Authority (TVA), entre outras.

“A Velodyne é uma importante parceira que nos ajuda a oferecer a única solução de monitoramento de linhas elétricas sem contrato de todo o setor elétrico”, afirmou Jonathan Marmillo, cofundador e vice-presidente de gestão de produtos da LineVision. “O sensor Puck proporciona a nosso sistema V3 o que acredito que seja a melhor resolução de imagem e precisão de dados em tempo real disponíveis, elementos essenciais para ajudarmos nossos clientes concessionárias a maximizarem a segurança e a eficiência de suas linhas elétricas.”

Os sensores Puck da Velodyne oferecem ricos dados de percepção computacional que torna rápida e fácil para as empresas a tarefa de desenvolver modelos 3D altamente precisos de qualquer ambiente. Os sensores fornecem imagens de visão circundante com alta resolução para medir e analisar com precisão o ambiente. Trata-se de sensores lidar pequenos, compactos e adequados para rígidas aplicações industriais. A confiabilidade, a eficiência energética e a versatilidade do Puck fazem dele uma solução ideal para as aplicações de infraestrutura mais exigentes.

Sobre a LineVision

A LineVision possibilita que concessionárias elétricas aumentam a capacidade, a confiabilidade e a segurança de linhas de transmissão com o uso de sensores e análises avançados. A solução da LineVision oferece a clientes concessionárias de serviços públicos visibilidade antes indisponível sobre vitalidade e segurança de ativos. Sem contrato e prontos para uso, os sistemas da LineVision podem ser implementados rapidamente, sem necessidade de paralisações por trabalho nas linhas nem equipamentos especializados. A LineVision se dedica a ajudar concessionárias de serviços públicos a otimizarem o desempenho da rede elétrica.

Sobre a Velodyne Lidar

A Velodyne Lidar (NASDAQ: VLDR) marcou o início de uma nova era de tecnologia autônoma com a invenção de sensores lidar com visão circundante em tempo real. A Velodyne é a primeira empresa de capital aberto dedicada exclusivamenteàtecnologia lidar e é mundialmente conhecida por seu amplo portfólio de avançadas tecnologias lidar. As revolucionárias soluções de sensores e softwares da Velodyne proporcionam flexibilidade, qualidade e desempenho para suprir as necessidades dos mais diversos setores, entre eles, veículos autônomos, sistemas avançados de assistência ao condutor (advanced driver assistance systems, ADAS), robótica, veículos aéreos não tripulados (VANT), cidades inteligentes e segurança. Por meio de inovação contínua, a Velodyne se dedica a transformar vidas e comunidades promovendo uma mobilidade mais segura para todos. Para mais informações, acesse www.velodynelidar.com.

Declarações prospectivas

Este comunicado de imprensa contém “declarações prospectivas”, segundo a definição atribuída pelas disposições de “porto seguro” da Lei de Reforma de Litígios de Títulos Privados (Private Securities Litigation Reform Act) dos Estados Unidos de 1995. Tais declarações abrangem, entre outras, todas aquelas que não se refiram a fatos históricos e incluem, a título de exemplo, declarações a respeito dos mercados-alvo, novos produtos, esforços de desenvolvimento e concorrência da Velodyne. Quando empregados neste comunicado de imprensa, os termos “estimar”, “projetar”, “esperar”, “antecipar”, “prever”, “planejar”, “pretender”, “acreditar”, “buscar”, “propor”, “pode”, “vai”, “deve”, “futuro” e variações desses termos ou expressões similares (ou as versões negativas dos mesmos termos e expressões) buscam identificar declarações prospectivas. Essas declarações prospectivas não representam garantias de desempenho, condições ou resultados futuros, e envolvem diversos riscos conhecidos e não conhecidos, pressuposições e outros importantes fatores, muitos deles fora do âmbito de controle da Velodyne e que podem fazer com que os resultados efetivos difiram substancialmente dos abordados pelas declarações prospectivas. São importantes fatores que podem afetar os resultados efetivos, entre outros, a capacidade da Velodyne de gerenciar o crescimento; a capacidade da Velodyne de executar seu plano de negócios; incertezas relacionadas com a capacidade dos clientes da Velodyne de comercializar seus produtos e a aceitação final desses produtos pelo mercado; o impacto incerto da pandemia de Covid-19 sobre os negócios da Velodyne e de seus clientes; incertezas relacionadas com as estimativas de tamanho dos mercados da Velodyne para seus produtos; a taxa e o grau de aceitação dos produtos da Velodyne pelo mercado; o sucesso de produtos e serviços concorrentes relacionados a tecnologia lidar e outros sensores que já existam ou venham a existir; a capacidade da Velodyne de identificar e integrar aquisições; incertezas relacionadas com litígio atual da Velodyne e potencial litígio que envolva a Velodyne, ou a validade ou a aplicabilidade da propriedade intelectual da Velodyne; e condições econômicas e de mercado gerais que afetem a demanda por produtos e serviços da Velodyne. A Velodyne não assume nenhuma obrigação de atualizar ou revisar quaisquer declarações prospectivas em função de novas informações, eventos futuros ou por qualquer outro motivo, exceto no limite exigido por lei.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Relacionamento com investidores

Andrew Hamer

Diretor Financeiro (CFO)

InvestorRelations@velodyne.com

Contato com a imprensa

Landis Communications Inc.

Sean Dowdall

(415) 286-7121

velodyne@landispr.com

Fonte: BUSINESS WIRE

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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