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Universidade na Florida: brasileiros têm a oportunidade de vivenciar o e-Sports

Mercado de esportes eletrônicos quebra barreira do bilhão de dólares e o Brasil é um dos três maiores públicos. A GamerXP Arena e a Full Sail Brazil Community vão oferecer aos brasileiros uma vivência no mercado do e-Sports com o torneio League of Legends 5v5 com o Crash Course.

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30/10/2020 –

Mercado de esportes eletrônicos quebra barreira do bilhão de dólares e o Brasil é um dos três maiores públicos. A GamerXP Arena e a Full Sail Brazil Community vão oferecer aos brasileiros uma vivência no mercado do e-Sports com o torneio League of Legends 5v5 com o Crash Course.

A indústria brasileira de jogos eletrônicos é a maior da América Latina e a 13ª do mundo. Estima-se que, na quarentena, houve um aumento de 30% na receita. Em 2020, no Brasil, mais de 20 milhões já são simpatizantes dos jogos eletrônicos e com toda essa admiração o e-Sports deve chegar na casa do R$ 1 bilhão, segundo o instituto de pesquisa internacional Newzoo. Tais números são apenas um dos muitos sinais de que a quarentena global está sendo uma verdadeira “perfect storm” para que games e e-Sports realmente se tornem mainstream e mostrem, aos poucos céticos que podem competir de igual para igual com qualquer outra indústria de entretenimento.

No mundo, o setor movimenta mais de US$ 120 bilhões e cresceu 80% durante a Covid-19, de acordo com isso, espera-se um alto crescimento na movimentação no mercado de games em 2021, chegando perto de US$124,8 bilhões consequentemente, aumento das vagas de trabalho.

De 2019 pra cá, houve a abertura de pelo menos 2.396 postos de trabalho nesses segmentos no país, de acordo com levantamento do START baseado em dados do Vaggas BR, perfil no Twitter dedicado à divulgação de vagas nos setores de e-Sports. O número abrange empregos, estágios e serviços de freelance. São Paulo é a cidade com maior quantidade de oportunidades (52,5% do total), seguida por Rio de Janeiro, Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS).

Dentro desse cenário, a universidade da Florida, Full Sail University, resolveu investir, inspirar alunos da região e transformar a diversão em profissão com a realização do e-Sports Tournament LoL 5v5, oportunidade para que jovens possam participar de um torneio virtual e estruturado de League of Legends, em grupos de 5 integrantes, ao mesmo tempo em que eles vivenciam o Crash Course in the E-Sports Industry.

Para a instituição, o campeonato pretende trazer toda a emoção do torneio a um contexto educacional e de conhecimento formal da indústria dos jogos digitais, oferecendo aos alunos brasileiros uma oportunidade de entender melhor o mercado na prática, que é responsável por 21% do mercado total de games.

 Apesar de toda a movimentação financeira que a economia dos jogos digitais representa, poucas pessoas conhecem as carreiras que permeiam essa indústria e todas as possibilidades para quem quer trabalhar com jogos digitais. Enfim, a ideia consiste na vivência no mercado do e-sports é mostrar que além de competir, o participante pode ter uma carreira no mercado dos jogos eletrônicos, analisa Carol OlivalCommunity Outreach Director da Full Sail University, responsável pelo acesso aos alunos brasileiros à universidade da Florida e a aumento de audiência nos eventos online e serie de webnars gratuitos voltados para as áreas de entretenimento digital, mídias sociais, artes e tecnologia.

O time vencedor da competição, ganhará: 05 Sennheiser Gamer HeadSets modelo GSP 370, 01 Cadeira Gamer DXRacer, e todos integrantes receberam o certi­ficado de Participação no Crash Course in the e-Sports Industry (digital).

 

Serviço: Torneio e Mentoria 

Participantes: 5 Integrantes 

Quando: 05 e 12 de dezembro

Cronograma: 1 a 31 de outubro: parcerias com escolas e instituições

1 a 30 de novembro: cadastro dos grupos

5/12: Mentorias e Etapa 1 do torneio

12/12: Mentorias e Etapa 2 do torneio

 

INSCRIÇÃO:

Os interessados se inscrevem em grupos de 5 integrantes, com idade mínima de 12 anos. Todos os cadastrados recebem acesso ao Crash Course in the E-Sports Industry e participam do torneio. Todas as atividades serão virtuais.

 

CRASH COURSE IN THE E-SPORTS INDUSTRY:

Todos os inscritos receberão acesso às mentorias do Crash Course in the E-sports Industry. As mentorias serão ministradas por instrutores da Full Sail University, pela plataforma Zoom, em inglês e sem tradução para português. Um certificado de participação será dado a todos os que assistirem a todas as mentorias. A participação nas mentorias não é obrigatória para que os inscritos participem do torneio.

 

CALENDÁRIO:

Os interessados se inscrevem em grupos de 5 integrantes, com idade mínima de 12 1 a 31 de outubro: parcerias com escolas e instituições

1 a 30 de novembro: cadastro dos grupos

5/12: Mentorias e Etapa 1 do torneio

12/12: Mentorias e Etapa 2 do torneio

 

Os temas das mentorias serão:

  • December 5th, 2020
    • Game Storytelling with Twine
    • Game Art – 3D Modeling
    • Careers in Games
  • December 12th, 2020
    • The E-sports Landscape
    • Business & Marketing in Games 
    • Shoutcasting & Sportscasting

 

  • PRÊMIOS:

O time vencedor do torneio receberá:

         05 Sennheiser Gamer Headsets (para cada integrante do time)

         01 DXRacer Cadeira Gamer (uma para a Equipe sortear entre os Players)

 

COMO PARTICIPAR:

As inscrições serão feitas através de um link. Nesse link o capitão do time indicará nome e e-mail de cada um dos integrantes do seu time.

http://torneios.gamerxparena.com.br/

ORGANIZAÇÃO:

A organização técnica do torneio será feita pela GamerXP Arena. 

Confira cursos, eventos e palestras que serão disponibilizados online 

http://www.experienciafullsail.com.br/

Para mais informações sobre os programas, cursos, estúdios da Full Sail University e também bolsas de estudo e desenvolvimento de carreiras, visite o site http://www.fullsail.edu

 

Sobre a Full Sail: Localizada na Flórida (EUA), a Full Sail University é reconhecida como uma das mais importantes universidades na indústria do entretenimento. A instituição oferece mais de 90 cursos, voltados para as áreas de entretenimento, media, artes e tecnologia.  Todos eles de associados, bacharelados e mestrados, além dos Labs, curso de verão intensivo com duração de uma semana,

Hoje conta com mais de 16 mil estudantes de 73 países diferentes. A universidade já formou profissionais cujos projetos foram reconhecidos nas principais premiações do segmento, como Grammy’s e Oscars.

 

 

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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