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Dia D: sábado é oportunidade única para quem quer iniciar graduação na PUC Minas

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Dia D PUC Minas

Este sábado, 27 de fevereiro, é oportunidade única para aqueles que perderam o Enem 2020, mas querem iniciar uma graduação na PUC Minas ainda neste 1º semestre. Através de videoconferência, os interessados irão conhecer um pouco mais sobre os cursos dos campi/unidades, assistir a uma apresentação dos coordenadores dos cursos, conhecer as múltiplas vantagens de estudar na PUC Minas, participar do Processo Seletivo usando a nota do Enem dos anos anteriores ou fazendo uma redação online e se matricular em uma primeira graduação, transferência ou nova graduação. Tudo isso sem sair de casa, com possibilidade de bolsas de estudo e condições imperdíveis. Da inscrição à matrícula, o interessado poderá fazer tudo no mesmo dia.

O Dia D acontecerá na plataforma Teams, das 10h às 12h, com a participação dos coordenadores das unidades Betim, Contagem, Poços de Caldas, Barreiro, São Gabriel e os cursos de Engenharia do Instituto Politécnico, o Ipuc.

Os interessados devem efetuar inscrição no pucminas.br/mudesuavida, de acordo com a unidade de interesse ou para as engenharias. Eles receberão por e-mail link para acesso à sala no dia do evento. Durante o evento receberão pelo chat link para as salas dos cursos e/ou de matrículas/benefícios.

Veja a programação:

  • 10h – Abertura das salas por unidade/IPUC
  • 10h às 10h20 – Apresentação institucional por unidade ou Engenharias: PUC Carreiras, Internacionalização, Bolsas, Formas de ingresso.
  • 10h20 às 10h30 – Apresentação da dinâmica das salas e direcionamento pelo chat (links para cada sala de curso).
  • 10h30 às 11h15

            – Salas de cursos (roda de conversa com o coordenador do curso);

            – Salas das Engenharias

            – Sala de bolsas/inscrições (Tira-dúvidas)

 

Por | Assessoria de Imprensa – PUC Minas

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Número de animais de companhia nos lares brasileiros aumenta cerca de 30% durante a pandemia, conforme pesquisa Radar Pet 2021

Na nova edição do Radar Pet, a Comac traz um panorama do mercado pet durante a pandemia e as principais mudanças que ocorreram no segmento durante esse período. Adoções e laços afetivos mais fortes entre tutores e pets estão entre as principais tendências

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Número de animais de companhia nos lares brasileiros aumenta cerca de 30% durante a pandemia, conforme pesquisa Radar Pet 2021
Foto: Reprodução da internet

A Comissão de Animais de Companhia (COMAC) do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Saúde Animal (Sindan) apresentou nesta sexta-feira (23/7), em coletiva de imprensa virtual, os principais resultados da pesquisa Radar Pet 2021. Além de apresentar um panorama da penetração de cães e gatos nos lares brasileiros, o perfil dos tutores e os principais hábitos de cuidado e consumo, o levantamento analisa as transformações do mercado pet durante a pandemia e tendências do setor.

“A pandemia modificou muito a relação do tutor com o pet, mas também a forma como o veterinário e o lojista se comunicam. O que percebemos é que as famílias adotaram mais, inclusive tendo um grande percentual de pessoas que adquiriram o primeiro pet durante a pandemia. Os animais de companhia são extremamente importantes para a saúde e bem-estar emocional das famílias durante esse período de estresse. E isso alavancou as adoções, que já era uma tendência forte, mas foi alavancada”, comenta Leonardo Brandão, coordenador da Comac.

Um dos principais pontos relevados pela pesquisa da Comac é o aumento do número de pets nos lares brasileiros, crescimento que foi acelerado pela pandemia. Cerca de 30% dos pets do estudo foram adquiridos durante o período de isolamento social, com uma predominância maior de gatos entrando nos lares brasileiros. Outro dado interessante é que 23% dos tutores adquiriram seu primeiro pet durante a pandemia.

A principal porta de entrada dos animais das famílias brasileiras é por meio da adoção, forte tendência no Brasil. A adoção de felinos foi superior, principalmente na região Norte, confirmando a tendência indicada pelo levantamento anterior de que os gatos futuramente serão os pets predominantes no Brasil.

Entre os felinos, 84% foram adotados e, entre os cães, 54% são frutos de adoção. Os animais adotados costumam estar na faixa etária mais jovem. Sobre o perfil de tutores que adotaram pets durante a pandemia, pessoas que moram sozinhas foram predominantes. A região Sul também apresenta maiores taxas de adoção. Mas entre os adotantes de gatos, casais sem filhos foram a maioria.

Número de animais de companhia nos lares brasileiros aumenta cerca de 30% durante a pandemia, conforme pesquisa Radar Pet 2021

Foto: Reprodução da internet

Confira alguns destaques do levantamento da Comac:

Aumento em compras online e tempo com os pets: Nas mudanças de hábitos de consumo e comportamento, as compras online e o desejo de aproveitar mais a companhia dos pets são os principais destaques. Cerca de 74% das pessoas fizeram mais compras por plataformas digitais e a maioria pretende manter esse hábito mesmo após a pandemia. Além disso, 73% conseguiu desfrutar mais tempo com os animais de companhia.

Maior cuidado com a saúde: O levantamento ainda indica que os tutores começaram a cuidar melhor dos animais e frequentar mais os veterinários. A maioria dos tutores de cães levaram os animais a alguma consulta veterinária durante a pandemia, sendo a maioria para prevenção ou aplicação de vacinas. Consultas à domicílio foram bem avaliadas pelos participantes da pesquisa, assim como compras online para produtos e medicamentos voltados para os pets.

Fortalecimento dos laços com os animais: O percentual de tutores que enxergam os animais como filhos ou membros da família aumentou, mostrando que o período também foi relevante para fortalecer os laços entre aqueles que permaneceram com seus animais. Também diminuiu o percentual de pessoas que enxergam os animais apenas como um bicho de estimação.

Digitalização do setor veterinário: Além do aumento das consultas online, os veterinários também aumentaram a presença nas redes sociais, se comunicando com clientes em pelo menos duas redes sociais. Outro ponto interessante é a compra de medicamentos online. Anteriormente, as compras eram voltadas majoritariamente por rações e acessórios. Mas a digitalização de pet shops e lojas do setor geraram confiança para outros produtos serem comercializados de forma digital.

Busca maior por informações: Os tutores também pesquisaram bastante sobre temas como contágio e transmissibilidade da Covid-19 em pets, leram sobre saúde animal e medicamentos na internet e assistiram vídeos e lives com temáticas voltadas para o bem-estar dos pets.

Aumento do abandono: Na contramão das altas de adoção, a pesquisa da Comac estima que cerca de 10 milhões de animais de companhia foram abandonados durante da pandemia. Cerca de 40% dos respondentes afirmaram que conhecem alguém que abandonou um pet neste período. Estima-se que isso tenha ocorrido em razão da perda de poder aquisitivo de grande parte da população.

Confira a pesquisa RADAR PET 2021 completa neste link.

 

Sobre a Comac – A COMAC (Comissão de Animais de Companhia) foi criada em 2007 e trata dos interesses de um dos mais importantes e crescentes segmentos da indústria veterinária brasileira e mundial, o mercado de cães e gatos. A instituição surgiu com a necessidade de cuidar do mercado de animais de companhia e, por meio da interação com os principais players desse mercado, a COMAC executa ações que estimulam o desenvolvimento do mercado pet brasileiro, principalmente das áreas ligadas à saúde animal.

 

Por | Fabiana Albuquerque – Fundamento

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Abertas inscrições para o Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais

Prazo de inscrições vai até 10/9. Premiação funciona como vitrine e valoriza o grão no mercado

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Abertas inscrições para o Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais
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As inscrições para o 18º Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais já estão abertas. Os produtores interessados devem preencher a ficha de inscrição e entregar as amostras concorrentes nos escritórios da Emater-MG até o dia 10/9.

A participação é gratuita e podem concorrer produtores dos municípios mineiros com amostras de café arábica, tipo 2 para melhor, colhidas neste ano. Cada cafeicultor poderá participar do concurso em apenas uma das duas categorias: natural e cereja descascado, despolpado ou desmucilado.

A solenidade de encerramento da premiação será em dezembro. O regulamento do concurso está disponível no site www.emater.mg.gov.br.

O Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais é promovido pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Emater-MG e Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), em parceria com a Universidade Federal de Lavras (Ufla), o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas e a Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão (Faepe).

Categorias 

Na categoria café natural, o café recém-colhido é levado para secar. Já na categoria café cereja descascado, despolpado ou desmucilado, após a lavagem, há uma separação dos frutos verdes e secos dos frutos maduros. Depois, eles passam por um descascador para só depois seguirem para secagem. No caso dos cafés despolpados e desmucilados, há ainda uma fase onde o produto passa por um tanque de fermentação.

A lavoura de origem da amostra deverá ser georreferenciada e ter a cultivar identificada. As amostras devem representar fielmente o lote. O coordenador técnico estadual de Cafeicultura da Emater-MG, Bernardino Cangussú, estima a inscrição de cerca de 1,5 mil amostras.

“Apesar da bienalidade negativa do café e dos cuidados com a colheita devido à pandemia, os produtores mineiros estão muito comprometidos em fornecer cafés de qualidade para os compradores. E os cafeicultores que participam todos os anos continuam a entrar no concurso, que ainda sempre integra novos produtores”, argumenta Bernardino.

Seleção dos cafés

Os cafés concorrentes passarão por análises físicas e sensoriais feitas por uma comissão julgadora formada por, no mínimo, dez classificadores e degustadores de café. A produção dos cafés participantes também passará por uma avaliação socioambiental. A comissão julgadora fará a classificação das melhores amostras das duas categorias, em cada região cafeeira de Minas Gerais: Cerrado, Sul de Minas, Matas de Minas e Chapada de Minas.

No encerramento, serão anunciados os três primeiros colocados de cada região produtora em cada categoria e o grande campeão estadual (a maior nota do concurso). Também será destacada a cafeicultura que obtiver a melhor pontuação entre os finalistas.

Campeões

O coordenador da Emater-MG conta qual tem sido a fórmula dos campeões nos últimos anos. “Muitas vezes, um cafeicultor entra no concurso e não tem uma nota tão alta. Mas em outras edições, ele aprende com os erros do passado, vê o que pode ser feito para melhorar e passa a adequar sua propriedade. Normalmente, um cafeicultor entra no concurso e após um, dois ou três anos, vai aperfeiçoando os métodos, recebe assistência técnica da Emater, e daí consegue figurar entre os campeões”, explica Bernardino.

No ano passado, os produtores premiados no Concurso de Qualidade da Emater-MG negociaram seus cafés por valores bem acima da média de mercado. O diretor-presidente da Emater-MG, Otávio Maia, acredita que iniciativas como o Concurso de Qualidade dos Cafés, realizadas pelo Governo de Minas, por meio da empresa de extensão rural, tem estimulado o fortalecimento do agronegócio no estado.

“Hoje, 22,6% do PIB de Minas Gerais é referente ao agronegócio e uma diretriz do governo é apoiar o setor, principalmente nesse momento de pandemia. O agronegócio não parou e o alimento tem chegado à mesa dos consumidores do Brasil e de vários países, que importam nossos produtos. Em 2019, o segmento era responsável por R$ 115 bilhões no PIB mineiro e agora crescemos para R$150 bilhões. Isso é fruto de todas as iniciativas em prol do desenvolvimento rural do estado e o nosso objetivo é continuar impactando a economia positivamente, promover o incremento de emprego e renda e gerar melhoria da qualidade de vida no campo”, salienta Otávio Maia.

 

Por | Agência Minas

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Mercado internacional favorável: 6 dicas para PMEs que querem exportar, reduzir os riscos e os custos

A desvalorização do real frente ao dólar tem chamado a atenção do comércio exteriorpara os produtos, bens ou serviços nacionais e abre portas para as empresas brasileirasinternacionalmente. Especialista explica como viabilizar os negócios, aumentar os lucros e alerta sobre riscos

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Mercado internacional favorável: 6 dicas para PMEs que querem exportar, reduzir os riscos e os custos
O real desvalorizado favorece as vendas em dólar para o exterior / Foto: Divulgação

Os cenários de crise econômica interna e melhoria na economia norte-americana têm feito o real se tornar uma das moedas que mais perdem o valor no mundo. Um levantamento realizado pela agência classificadora de risco Austin Rating mostrou que a nossa moeda foi a 6ª que mais se desvalorizou em 2020.

De acordo com o relatório, o real perdeu 22,4% do seu valor no ano passado, ficando atrás somente das moedas de Angola (-27,2%), Argentina (-28,8%), Zâmbia (-33,4), Seychelles (-33,5%) e Venezuela (-95,7%). Por aqui, a pandemia, incertezas políticas e fiscais também contribuíram para o cenário.

Apesar deste fato, o contexto acaba sendo favorável para empresas que realizam exportação de produtos, bens e serviços, já que para o mercado externo (que paga em dólar) nossa produção e mão de obra acabam ficando mais baratas. Segundo o Ministério da Economia, em 2020 o país registrou um superávit de US$ 50,9 bilhões na balança comercial, tendo sido exportados US$ 209,9 bilhões.

E este número segue aumentando, já que no mês de junho de 2021 o país registrou US$ 10,3 bilhões de superávit, o maior valor para um únicomês desde o início da série histórica. No período, foram exportados US$ 28,1 bilhões, saldo também recorde desde 1997.

Com os ventos tão favoráveis para a exportação, Pequenas e Médias Empresas (PMEs) que nunca levaram seus produtos, bens ou serviços para fora começam a enxergar com bons olhos a possibilidade. Contudo, os empreendedores precisam estar atentos aos riscos que essas operações oferecem.

Mercado internacional favorável: 6 dicas para PMEs que querem exportar, reduzir os riscos e os custos

Anderson Souza Brito – especialista em gestão de câmbio e transações internacionais da Revhram / Foto: Divulgação

Anderson Souza Brito, especialista em gestão de câmbio e transações internacionais da Revhram, ressalta que apesar da desvalorização do real e valorização do dólar, os empreendimentos precisam levar algumas questões em consideração.

“Quando uma empresa possui compromissos para aquisição de insumos ou máquinas em moeda estrangeira que serão necessários para a produção de seus produtos que serão exportados, é de suma importância que haja um controle financeiro adequado que não exponha o capital”, exemplifica.

A importância da análise de riscos

Brito pontua que o cenário econômico atual é bastante favorável para que os empresários brasileiros consigam alavancar seus negócios, já que as possíveis vendas em moeda estrangeira representariam ganhos substanciais. Apesar disso, ele lembra que o comércio exterior tem suas particularidades, já que envolve diferenças contextuais bastante importantes.

Se não forem compreendidas, estas diferenças podem acabar deixando as empresas em um cenário bastante arriscado. O essencial, neste caso, é realizar uma estratégia e analisar as circunstâncias que compõem a venda de um produto, bem ou serviço para fora do país.

“Uma ferramenta que auxilia a empresa a examinar essas variáveis do ambiente global se chama Análise PESTEL. Ela permite determinar a influência dos 6 principais fatores que podem impactar positiva ou negativamente o desenvolvimento dos negócios”.

O especialista elenca os elementos que compõem a teoria (também chamada de Análise PEST) e que são levados em consideração pelos exportadores:

P (Fatores Políticos): faz relação ao nível de instabilidade política de um local e intervenção do próprio governo em decisões tomadas a nível internacional. Também leva em consideração acordos comerciais bilaterais ou multilaterais entre as nações;

E (Fatores Econômicos): se relacionam com a conjuntura e o cenário econômico de um país;

S (Fatores Sociais): lembra as diferenças culturais, particularidades e características de determinado país. A análise pode levar em consideração o tamanho população e faixa de renda média, por exemplo;

T (Fatores Tecnológicos): investiga questões relacionadas à inovação, investimentos em pesquisa e nível de automação de empresas do seu nicho de atuação;

E (Fatores Ecológicos): leva em consideração questões gerais sobre o meio ambiente e clima, incluindo temperatura, alterações climáticas, desastres naturais, política ambiental e outros aspectos;

L (Fatores Legais): analisa questões ligadas à legislação do local, como direitos do consumidor, leis trabalhistas, direitos autorais, proteção de dados e leis que regulamentam a operação e segurança dos produtos e serviços, por exemplo.

Dicas que podem reduzir o custo de exportação

Além de ser essencial realizar uma análise de riscos nos moldes da PESTEL, o especialista em gestão de câmbio e transações internacionais lembra de outros cuidados que devem ser tomados pelas PMEs na hora de levar em consideração oportunidades de exportação.

Brito lembra que o planejamento é muito importante para conferir a viabilidade de negócios do tipo. Ele elenca 6 dicas para ajudar nesta tomada de decisão, que se for embasada, pode inclusive reduzir os custos de exportação dos pequenos e médios empreendedoras e empreendedores brasileiros:

– Procure a Câmara do Comércio do país: as PMEs que pretendem iniciar as operações no exterior devem, primordialmente, procurar a Câmera de Comércio do país que se pretende exportar. Na instituição, é possível encontrar informações sobre uma série de benefícios (como tradução dos rótulos de produtos), contatos com empresários que tenham potencial interesse em aquisição dos bens ou serviços, estudos e pesquisas de mercado e até participar de feiras e rodadas de negócios.

– Investigue o tratamento administrativo do país de destino: neste caso, existem algumas diferenças em relação às cláusulas contratais de compra e venda internacional. Determinadas empresas utilizam o chamado Incoterm (Termo Internacional de Comércio, em português) FOB (Livre a bordo, na tradução), por exemplo. Neste tipo de negociação, o exportador conclui suas obrigações quando a mercadoria produzida é entregue no Porto de Embarque que foi indicado na transação comercial, já liberadas pela aduana na origem, a bordo do navio. Depois disso, toda a responsabilidade da mercadoria até a chegada ao destino está nas mãos do importador. Outros empreendimentos utilizam o Incoterm EXW (cujas siglas podem ser traduzidas por “Na Origem”, em português). Neste tipo de acordo, que é mais comum que o anterior, o exportador disponibiliza a mercadoria em seu local de produção (fábrica ou armazém) na data estipulada em contrato, devidamente acabada e embalada. Depois disso, recai ao importador a responsabilidade de carregar as mercadorias até o país de destino. Ao todo, são mais de 10 tipos de Incoterms.

– Analise o melhor tipo de pagamento: o exportador possui algumas modalidades diferentes de pagamento, incluindo o pagamento antecipado, que é um dos mais comuns. Neste tipo, ocorre a antecipação do pagamento do valor pactuado entre o exportador e o importador, antes da mercadoria ser produzida e/ou embarcada. Ele é interessante porque fornece ao exportador os recursos necessários para o início de sua produção e cobertura das despesas de exportação. Outro tipo de pagamento é a emissão de uma carta de crédito pelo importador. Nesta modalidade, o banco emissor da carta de crédito se responsabiliza pelo pagamento dos produtos comercializados pelo exportador, após cumpridas todas as exigências estipuladas em contrato. Ela é uma forma segura de negócio, já que o importador só pagará depois que todas as exigências forem cumpridas e o exportador tem a garantia que irá receber.

– Se informe sobre se há incidência de impostos: para a grande maioria dos produtos há isenção (ou a não incidência) e imunidades dos impostos (IPI, PIS, COFINS e ICMS) na exportação. Contudo, é importante que o exportador se atente ao Imposto de Exportação (IE, do decreto-Lei nº 1.578/1977), que incide a uma pequena lista de itens como armas de fogo, munições, cigarros que contém fumo ou papel de cigarro, castanha de caju com casca, couros curtidose peles em bruto de bovino, por exemplo.

– Verifique a necessidade de uma empresa de despacho aduaneiro: os exportadores precisam arcar com custos como transportes e tarifas portuárias, que podem diminuir a competitividade da ação comercial. Por isso, caso a empresa não possua estrutura orgânica especializada em comércio exterior, é aconselhável que procure empresas de despacho aduaneiro para auxiliar nas operações, pois estes profissionais estão acostumados com os trâmites aduaneiros e com a legislação.

– Forneça os dados para as instituições financeiras: antes de realizar um contrato de câmbio, as instituições financeiras acessam os dados detalhados da exportação para avaliar o risco da operação de câmbio. Por isso, o exportador deve informar para a instituição o número da Declaração Única de Exportação (DU-E) e a chave de acesso gerada pelo sistema. Contudo, nesta operação o exportador pode compartilhar a chave de acesso da exportação com o número da DU-E, para acesso ao seu detalhamento. Ao fornecer somente o número da DU-E, sem utilizar a chave de acesso, a instituição financeira poderá visualizar somente dados não sigilosos, tais como o status da DU-E, o local de despacho, o local de embarque ou o histórico.

“Antes de se pensar em exportar, os empreendedores e empreendedoras precisam avaliar os fatores que podem impactar suas intenções de se internacionalizar. Dessa maneira, é muito importante ter a compreensão das circunstâncias externas que podem afetar a estratégia e o ambiente que será explorado no mercado desejado. Por último, uma assessoria especializada também pode ser vital, já que os profissionais podem até mesmo auxiliar sobre benefícios fiscais na exportação de um determinado produto e na redução de despesas como o frete internacional”, finaliza.

 

Sobre Anderson Brito

Anderson Souza Brito é especialista em câmbio, finanças e banking. Formado em Administração de Empresas e MBA em Finanças e Banking. Além do curso de International Business Management pela Massachusetts Instituteof Business (MIB). Atualmente, ele é CEO da Revhram.

Sobre a Revhram

A Revhram atua na assessoria e intermediação de operações cambiais. Traz soluções em câmbio, crédito (imobiliário e empresarial), e trade finance (exportação e importação). Otimizando os custos e simplificando a carga administrativa da empresa, com segurança, economia e praticidade.

 

Por | Glauco Braga – Comunicação Conectada

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