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Headhunter: o que é e como ele pode ajudar um negócio

Especializado em encontrar a pessoa ideal para uma função, o headhunter garante a competitividade da empresa, melhora o ambiente de trabalho e contribui para a saúde financeira do negócio.

Publicado

em

14/5/2024 –

Especializado em encontrar a pessoa ideal para uma função, o headhunter garante a competitividade da empresa, melhora o ambiente de trabalho e contribui para a saúde financeira do negócio.

O termo headhunter significa ‘caçador de cabeças’. Esses profissionais são conhecidos por buscar os melhores talentos do mercado para preencher vagas específicas dentro das empresas. Em outras palavras, eles são verdadeiros ‘caçadores de talentos’ – são especialmente úteis quando a empresa enfrenta dificuldades para preencher vagas estratégicas, pois, muitas vezes, os melhores profissionais já estão empregados em outras organizações.

O CEO da Sim Carreira, Thiago Melo, explica que os headhunters são parceiros estratégicos das empresas. “Eles atuam de forma consultiva para que a organização tome uma decisão bem informada e contrate o profissional mais aderente possível para suas necessidades, de forma ágil e efetiva.”

Entre suas atribuições, esses profissionais precisam entender profundamente o segmento em que a empresa atua para avaliar as competências técnicas necessárias para as vagas. Além das habilidades técnicas, eles também precisam conhecer as relações comportamentais. Isso inclui a capacidade de se comunicar efetivamente com os candidatos e entender as necessidades específicas da empresa.

“As consultorias de recrutamento e seleção, nas quais os headhunters trabalham, possuem modelos de negócios distintos, então é importante que a contratante entenda bem o eventual investimento associado ao projeto”, afirma Melo. Ele conta ainda que algumas empresas cobram um valor antecipado ou até mesmo uma taxa de cancelamento. No entanto, outras trabalham em um modelo 100% baseado no sucesso, onde o investimento da contratante só ocorre caso o profissional apresentado seja efetivado.

Diferença entre Headhunter e Recrutador

O headhunter trabalha em uma empresa de recrutamento e seleção, e é especialista em selecionar profissionais para cargos de alta gestão e liderança ou no recrutamento para cargos específicos, enquanto o recrutador trabalha na Diretoria de Recursos Humanos da empresa e é responsável por engajar colaboradores para todas as áreas e níveis hierárquicos, além de ter outras responsabilidades na rotina colaborativa da empresa. 

Devido à sua especialização e atuação única com recrutamento e seleção, o headhunter apoia o recrutador na busca do melhor profissional para a empresa, e sua rotina inclui a busca ativa pelos melhores talentos para a organização, utilizando de um profundo estudo e conhecimento de mercado, bem como se aproveitando de sua ampla rede de networking.

Já o recrutador tem como uma das principais ferramentas de busca de profissionais o anúncio de vagas e a captação de currículos, além de prestar assistência em todos os processos de recrutamento da empresa em que trabalha, o que inclui estagiários, trainees, processos internos, seleções externas, entre outros.

“Por mais que o headhunter apoie pessoas físicas ao conectá-las às organizações, seu cliente – e quem o remunera – é a empresa. Caso a pessoa física busque ajuda para se recolocar no mercado de trabalho ou realizar uma transição de carreira, o ideal é buscar por um job hunter ou um consultor de carreira”, explica o CEO.

O que é um Job Hunter

Apesar de ambos trabalharem com o tema de empregabilidade e mercado de trabalho, ao contrário do headhunter cujo objetivo é apoiar a empresa a contratar, o objetivo do job hunter é ajudar a pessoa física com sua colocação profissional. 

Ou seja, o job hunter é um profissional que ajuda pessoas físicas em sua transição de carreira ao assessorar o indivíduo em seu processo de recolocação profissional. Suas principais funções incluem entender os objetivos e experiências profissionais do indivíduo, alinhar à realidade de mercado, construir um currículo e perfil de LinkedIn otimizado, orientar quanto à busca de vagas e preparar o profissional assessorado para eventuais entrevistas. Alguns job hunters ainda prospectam oportunidades pela pessoa e apresentam o perfil do indivíduo às empresas por meio de sua rede de contatos. O Job Hunter também ajuda o candidato a se organizar para o processo seletivo, priorizando quais ações devem ser tomadas e quais competências precisam ser melhoradas para aumentar as chances de êxito do candidato. 

É importante ressaltar que empresas também podem contratar um job hunter e oferecer esse benefício ao profissional sendo desligado. Esse processo de desligamento humanizado é conhecido como outplacement.

Como contratar um Headhunter

Contratar um headhunter pode ser a forma mais eficaz para encontrar a pessoa certa para as necessidades do negócio e para preencher posições estratégicas ou desafiadoras em sua empresa. Contudo, o primeiro passo é identificar os melhores headhunters com experiência e boa reputação. Além disso, é importante se certificar de que o headhunter seja claro sobre os processos e custos envolvidos para que a empresa entenda os honorários e acordos financeiros antes de fechar o contrato.

Para saber mais, basta acessar www.simcarreira.com.br

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Bahia lidera turismo de estrangeiros para o Nordeste

Estado registrou mais que o dobro dos turistas internacionais que desembarcaram em Pernambuco e quase o triplo do Ceará. Salvador é o destino mais procurado para turismo em 2024

Publicado

em

por

27/5/2024 –

Estado registrou mais que o dobro dos turistas internacionais que desembarcaram em Pernambuco e quase o triplo do Ceará. Salvador é o destino mais procurado para turismo em 2024

Levantamento realizado pelo Ministério do Turismo revela que a Bahia é um dos principais destinos turísticos do Brasil. O estado, que lidera na atração de estrangeiros para o Nordeste, registrou mais que o dobro dos turistas internacionais que desembarcaram em Pernambuco e quase o triplo do Ceará. Além disso, Salvador, a capital da Bahia, é o destino mais procurado para turismo em 2024.

Em março deste ano, a Bahia recebeu 14.231 turistas estrangeiros. O número corresponde a quase 50% dos 29.839 visitantes que entraram no Brasil pelos aeroportos do Nordeste. A Bahia registrou mais que o dobro dos turistas internacionais que desembarcaram em Pernambuco (7.701) e quase o triplo do Ceará (5.253), que ocupam a segunda e terceira posições no ranking da região, respectivamente. Os dados são do Ministério do Turismo e da Polícia Federal.

Quando comparado com março de 2023, o fluxo de estrangeiros nos aeroportos baianos cresceu 74%, confirmando as expectativas da Secretaria de Turismo da Bahia (Setur-BA), que tem investido na promoção das 13 zonas turísticas do estado e prospecção de voos, nas principais feiras internacionais do setor. 

“O levantamento condiz com a realidade que presenciamos no ano passado e segue acontecendo em 2024. A Bahia tem o maior litoral e a maior infraestrutura para atender o estrangeiro no Nordeste”, ressalta Felipe Oliveira Pedreira, proprietário da Bahia Terra Turismo e Eventos.

A Setur-BA tem realizado eventos para capacitar operadores e agentes de viagens sobre os destinos, além de mostrar os atrativos da Bahia ao público interessado em visitar o Brasil. Pedreira revela ainda que existem locais pouco explorados no estado, mas que merecem atenção do público. “A Ilha de Boipeba, a comunidade litorânea de Caraíva e o arquipélago dos Abrolhos são lugares especiais da Bahia.”

No acumulado de 12 meses encerrados em março, o volume das atividades turísticas na Bahia continuou avançando, com alta de 9,1%, acima da nacional (4,4%) e com o terceiro maior crescimento, abaixo de Minas Gerais (11,2%) e Rio de Janeiro (10,9%), e o mais expressivo do Nordeste.

O empresário comemora o aumento do turismo na região e avalia que a estrutura do estado é um ponto forte na escolha dos estrangeiros como paradeiro. “Sem dúvida, a diversidade de destinos turísticos faz toda a diferença. Temos opções de trilhas, cachoeiras, museus, festas, pontos históricos, praias desertas. Enfim, toda uma estrutura apropriada para atender tanto àqueles que gostam de tranquilidade quanto quem gosta de uma verdadeira badalação”, conclui.

Para saber mais, basta acessar: https://www.bahiaterra.com/blog

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Atestmed permite solicitar auxílio-doença sem perícia médica

Segurados do INSS que precisam solicitar o benefício por incapacidade temporária podem fazer o requerimento por meio de análise documental e ter o benefício concedido mais rápido

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27/5/2024 –

Segurados do INSS que precisam solicitar o benefício por incapacidade temporária podem fazer o requerimento por meio de análise documental e ter o benefício concedido mais rápido

O Atestmed é um sistema do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que entrou em vigor em 2024 e permite aos segurados solicitarem o benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) por meio de análise documental, sem a necessidade de passar pela perícia médica presencial.

André Beschizza, especialista em direito previdenciário, sócio-fundador e CEO de um escritório que leva seu nome, afirma que a iniciativa é valiosa, pois simplifica o acesso ao benefício, agiliza o processo de concessão e evita o deslocamento até uma agência. “Contudo, cada caso deve ser verificado de forma única, já que uma análise documental à distância pode não refletir a realidade incapacitante do segurado do INSS”, afirma.

O segurado pode solicitar o benefício pelo portal meu.inss.gov.br ou no app Meu INSS. No ato é preciso anexar ao requerimento documentos médicos ou odontológicos que indiquem a necessidade de afastamento das atividades habituais. Além disso, solicitações de benefício por incapacidade, realizadas pela Central 135, serão agendadas e poderão ser transformadas em Atestmed.

“A comprovação deve ser feita por meio de documentação médica detalhada que ateste a severidade e a necessidade de afastamento das atividades habituais”, pontua Beschizza. O advogado explica ainda que o sistema é uma alternativa para casos em que os critérios documentais são suficientemente claros para justificar o afastamento. No entanto, uma perícia presencial pode ser requerida posteriormente se houver necessidade de esclarecimentos adicionais, em casos de prorrogação do benefício ou de afastamentos superiores a 180 dias.

De acordo com Beschizza, não existe uma lista específica de doenças que podem solicitar o Atestmed, mas as mais comuns são aquelas incapacitantes, como hérnia de disco, lombalgia, osteofitose, cervicalgia ou afecções que impactem a capacidade funcional do trabalhador. “Vale reforçar que o segurado precisa atender aos requisitos mínimos, como possuir a carência necessária e estar incapacitado para o trabalho.”

O segurado só precisa realizar a perícia presencial nas situações em que o documento médico ou odontológico não contiver os requisitos mínimos para a concessão do benefício, bem como nos casos em que seria indeferido após a análise documental ou em caso de incapacidade permanente.

Existindo pendências administrativas, o segurado é comunicado via Meu INSS e tem um prazo de 30 dias para providenciar o agendamento de perícia médica presencial. Se a pessoa não realizar o agendamento neste prazo, será considerado que ela desistiu do pedido e o processo será arquivado.

Para saber mais, basta acessar:https://andrebeschizza.com.br/auxilio-doenca-2024-guia-completo-entenda-tudo/

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Armazenamento de energia otimiza sistema de transmissão

O governo estuda, de forma inédita, permitir a participação do BESS no próximo Leilão de Reserva de Capacidade

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Recife, PE 27/5/2024 – Os sistemas de armazenamento de energia podem tornar a geração renovável mais estável e ainda reduzir gastos com a implantação de linhas de transmissão.

O governo estuda, de forma inédita, permitir a participação do BESS no próximo Leilão de Reserva de Capacidade

Os sistemas de armazenamento de energia podem tornar a geração renovável mais estável e ainda reduzir gastos com a implantação de linhas de transmissão.

Esse foi o resumo da palestra “Limitação de escoamentos do NE pro Sul e Sudeste”, ministrada pelo presidente da Marangon Consultoria & Engenharia, José Marangon, na 3ª edição do Canal Conecta, realizado na FPS (Faculdade Pernambucana de Saúde), em Recife (PE).

A primeira parte da palestra se concentrou no apagão ocorrido no Brasil em 15 de agosto de 2023, causado por uma falha de potência em equipamentos de parques eólicos e solares na região Nordeste. Na ocasião, houve um corte de 22,5 GW, deixando cerca de 29 milhões de brasileiros sem energia.

Após esse evento, o ONS (Operador Nacional do Sistema) aumentou os critérios técnicos para o transporte de energia renovável, o que diminuiu a margem de escoamento das regiões Norte e Nordeste para o Sul e Sudeste/Centro-Oeste, impactando a geração das usinas eólicas e solar.

Segundo Marangon, há uma perspectiva de melhora na margem de escoamento com a expansão prevista para o sistema de transmissão, principalmente com a implantação do bipolo de Graça Aranha (MA) até Silvânia (GO), que vai ampliar a capacidade de escoamento de energia em 5 GW.

“O que a gente observa é que todos os troncos de 500 kV não conseguem sozinhos alterar significativamente esse transporte de energia. Então, o elo de corrente contínua é que vai fazer a grande diferença, passando de 17 GW para 23 GW de exportação da região Nordeste”, disse o especialista.

Uma solução para reduzir os investimentos em linhas de transmissão e ampliar a proporção de geração renovável são os sistemas de armazenamento de energia, também conhecidos como BESS (Battery Energy Storage System). “O armazenamento pode também proporcionar novos serviços por conta da intermitência da eólica e solar”, disse.

O governo estuda, de forma inédita, permitir a participação do BESS no próximo Leilão de Reserva de Capacidade. Marcado para 30 de agosto, esse tema segue indefinido.

De acordo com Marangon, o mercado e as associações estão tentando convencer o MME (Ministério de Minas e Energia) que esse é um bom começo para iniciar o desenvolvimento dessa tecnologia no Brasil. “A gente verificou que tanto o ONS quanto a EPE (Empresa de Pesquisa Energética) não têm objeções para a entrada dessa tecnologia”, afirmou.

A resistência do MME é justificada pela falta de regulamentação do BESS. “Não dá para fazer uma regulamentação de uma tecnologia que está em gestação. Mas se a gente não testar, essa regulação não tem sentido de avançar”, avaliou o especialista.

Para Marangon, não utilizar essa tecnologia gera um prejuízo para o consumidor, já que as baterias reduziram a necessidade de contratação de termelétricas e de expansão do sistema de transmissão.

O Canal Conecta está sendo realizado nos dias 14 e 15 de maio. O evento conta com mais de 16 horas de conteúdo, divididos em palestras e painéis de discussões, ministrados por profissionais renomados do setor.

Website: https://canalsolar.com.br/

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