Conecte-se conosco

notícias

A influência da contabilidade mental nas decisões e no primeiro passo para a realização dos sonhos

Para dar o primeiro passo rumo a objetivos equilibrados de consumo e investimentos futuros, o Sistema de Consórcios, por possuir características únicas, é o mecanismo financeiro indicado em linha com as boas práticas, seja para consumo de bens móveis duráveis ou para investimento em bens patrimoniais e econômicos que poderão oferecer tranquilidade no médio e longo prazos.

Publicado

em

Atibaia, SP 27/10/2020 – Inadequada para uma boa gestão das finanças pessoais, a contabilidade mental induz ao descontrole, muitos gastos desnecessários realizados passam despercebidos.

Para dar o primeiro passo rumo a objetivos equilibrados de consumo e investimentos futuros, o Sistema de Consórcios, por possuir características únicas, é o mecanismo financeiro indicado em linha com as boas práticas, seja para consumo de bens móveis duráveis ou para investimento em bens patrimoniais e econômicos que poderão oferecer tranquilidade no médio e longo prazos.

Entender os fatores que influenciam as pessoas em suas decisões tem sido uma constante em diversos estudos sobre educação financeira. No Brasil, como em outros países, diversos pontos em comum são identificados entre os entrevistados em pesquisas que dão suporte a esses trabalhos.

Decisões equivocadas trazem consequências no controle das finanças pessoais.

Segundo Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), realizada em junho último, e divulgada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), o endividamento das famílias alcançou o percentual recorde de 67,1%. Neste indicador, estão inclusos cheques pré-datados, cartões de crédito, uso do limite do cheque especial, compras parceladas, empréstimos pessoais, prestações de veículos, entre outros.

Boa parcela de pessoas não controla corretamente suas despesas, e tomam decisões com base, apenas, em sua “contabilidade mental”.

Mas, o que isso significa exatamente?

O economista norte americano Richard Thaler, ao unir análises de tomada de decisão econômica com a psicologia, ganhou o prêmio Nobel de Economia em 2017, por sua contribuição para a economia comportamental.

Thaler notou que a ciência econômica, em grande parte do tempo, se baseia na racionalidade humana. Contudo, concluiu que muitas atividades das pessoas seguem um roteiro de acordo com a volatilidade emocional de cada indivíduo que toma decisões baseadas na contabilidade mental, ou seja, a pessoa toma decisões financeiras considerando premissas simplificadas e estímulos não racionais. Ao usar processo mental, o consumidor assume determinada decisão, inviabilizando outra de maior importância pessoal, profissional ou até mesmo empresarial.

Muitas pessoas podem gastar normalmente R$ 300,00 por mês em um jantar, porém entendem que não possuem esta quantia para investir, uma vez que sua contabilidade mental não identifica essa sobra no orçamento.

Dados de dezembro/2019 mostram a existência de R$ 1,4 bilhão de reais em saldos de contas poupança inativas ou paralisadas que não ultrapassam o valor de R$ 100,00 reais cada, ratificando a falta de hábito de poupar dos brasileiros.

A sensação que fica, com o passar do tempo, é a de que sonhos não se realizaram porque não foi possível “dar o primeiro passo”.

Inadequada para uma boa gestão das finanças pessoais, a contabilidade mental induz ao descontrole, uma vez que, apesar de acreditar ter conhecimento de sua condição financeira, mesmo sem acompanhar e registrar formalmente receitas e despesas, muitos gastos desnecessários são realizados e passam despercebidos pela pessoa.

A identificação de cada centavo desembolsado é fundamental para corrigir distorções e organizar recursos com objetivos principais de custear despesas obrigatórias e investir para concretizar sonhos. Além disso, para manutenção de uma situação financeira controlada, é preciso observar a redução de despesas e evitar um superendividamento. A decisão de abrir mão de um desejo imediato é uma medida racional, normalmente tomada por pessoas financeiramente conscientes.

A dissertação de mestrado “Conhecimento e comportamento financeiros de jovens adultos: um estudo com alunos de seis faculdades da cidade de São Paulo”, concluída em 2016, contou com respostas de 419 jovens e envolveu questionamentos que procuraram identificar o nível de educação financeira dos estudantes por faixa etária.

Há, em todas as faixas etárias, percentuais elevados para as más práticas financeiras como tomar empréstimos com alto custo, não dispor de reserva para situações emergenciais e, principalmente, não planejar a aposentadoria.

O controle de receitas e despesas por meio de anotações em planilhas ou aplicativos específicos para esse fim é recomendação repetida exaustivamente pelos envolvidos com a divulgação da educação financeira. Para dar o primeiro passo rumo a objetivos equilibrados de consumo e investimentos futuros, o Sistema de Consórcios, por possuir características únicas, é o mecanismo financeiro indicado em linha com as boas práticas, seja para consumo de bens móveis duráveis ou para investimento em bens patrimoniais e econômicos que poderão oferecer tranquilidade no médio e longo prazos.

Ao considerar diferenciais próprios no mecanismo, há que se destacar aspectos como custo final menor, prazos mais longos e por consequência parcelas menores, acessíveis a orçamentos pessoais, familiares ou até mesmo empresariais. Com atualização periódica do crédito pretendido e de acordo com o previsto em contrato assinado com a administradora, o consorciado tem o poder de compra mantido ao longo da duração do grupo. Sem entrada e com parcelamento integral, os consórcios contam ainda com a diversidade de prazos para pagamentos. Outro diferencial importante está na possibilidade do participante ser contemplado por sorteio mensal a qualquer momento ou acelerar a contemplação ofertando lance. Por se tratar de um mecanismo simples de aquisição de bens e serviços, a modalidade possibilita a formação ou ampliação de patrimônio face a flexibilização do uso do crédito.

SERVIÇO

GUIA CONSÓRCIOS DE A A Z
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios está lançando o Guia Consórcios de A a Z.
Todas as informações sobre o Sistema de Consórcios, desde a adesão até o encerramento do grupo. Acesse: https://materiais.abac.org.br/guia-consorcio-de-a-a-z

PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO ABAC – PCA 10
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios disponibiliza o Programa de Certificação ABAC, destinado aos profissionais de vendas e representantes de administradoras de consórcios, sejam associadas ou não à entidade de classe. Trata-se da primeira certificação exclusiva do Sistema de Consórcios, o PCA10.
Saiba mais em https://certificacaoabac.org.br/.

CONHEÇA A CARTILHA “NA CORDA BAMBA” SOBRE EDUCAÇÃO FINANCEIRA
ACESSE: http://materiais.abac.org.br/cartilha-educacao-financeira.

OUTRAS INFORMAÇÕES SOBRE O SISTEMA DE CONSÓRCIOS PODEM SER ENCONTRADAS NO SITE www.abac.org.br.
VOLTADO AO CONSUMIDOR, O PORTAL CONTA COM UMA ESTRUTURA SIMPLES E INTUITIVA PARA INCENTIVAR O LEITOR A NAVEGAR E CONHECER MAIS SOBRE OS CONSÓRCIOS.

ACOMPANHE TAMBÉM OS CONSÓRCIOS PELO TWITTER – www.twitter.com/abacweb.

Website: http://www.abac.org.br

Continuar Lendo
Anúncio
Clieque para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

notícias

Fusões e aquisições empresariais apresentam queda em relação a anos anteriores

Em 2020 o número de fusões e aquisições empresariais caiu em relação ao ano anterior, os setores de tecnologia e finanças lideram a quantidade de operações finalizadas.

Publicado

em

por

São Paulo, SP 2/3/2021 – Acreditamos na democratização dos meios de pagamento, quanto mais soluções e opções para o cliente final, melhor.

Em 2020 o número de fusões e aquisições empresariais caiu em relação ao ano anterior, os setores de tecnologia e finanças lideram a quantidade de operações finalizadas.

Ao longo do ano de 2020 o número de fusões e aquisições empresariais realizadas no Brasil apresentou uma queda de 5% em relação ao ano anterior, conforme dados do boletim mensal da consultoria Transactional Track Record (TTR). Os resultados ainda apontam que ao total foram registradas 1.549 transações ao longo do ano, gerando um valor de R$ 229,5 bilhões.

A provável causa da baixa foi a crise econômica gerada pela pandemia de COVID-19, o que pode ser reforçado ao observar atentamente os dados sobre os setores que apresentaram alta no volume de aquisições e fusões. Com aumento de 19% em relação ao ano anterior, o setor de tecnologia liderou com 504 operações concluídas, seguido pelo setor de finanças com 222 finalizações, apresentando 4% de alta.

Em setores ligados diretamente a serviços ofertados ao cliente final, é possível verificar a tendência de ampliação no leque de opções direcionadas ao público-alvo bem como o foco na experiência do cliente final. Isso faz com que cada vez mais empresas busquem nas fusões e aquisições o aprimoramento na excelência de seus serviços e produtos ofertados, além da expansão de negócios para se destacar entre os demais.

Este foi o caso da Pagsmile, empresa especializada nas operações de cross-border, que recentemente adquiriu o sistema e a tecnologia da Levpay, e agora conta com mais de 50 colaboradores no Brasil após a fusão entre as empresas. Para Alexandre Douek, Ex-CEO da Levpay e former Diretor da Pagsmile, a aquisição do sistema da Levpay, fez com que a Pagsmile se tornasse um meio de pagamento completo. Destacando outro ponto importante das fusões empresariais, Alexandre ainda reforça a importância de confiar nos serviços prestados pelos lados, reforçando assim o compromisso com as missões e visões de ambos. “Acreditamos nos valores e no potencial da Pagsmile e por isso os escolhemos como parceiros para venda do sistema, pois sabemos que vão fazer um bom uso dele adicionando valor durante o processo de pagamento para usuários finais.”

Para Marlon Tseng, Gerente Geral da Pagsmile, a aquisição do sistema Levpay é um importante passo em direção ao objetivo da empresa, que segue no caminho para se tornar referência na oferta de soluções instantâneas de pagamento. “Acreditamos na democratização dos meios de pagamento, quanto mais soluções e opções para o cliente final, melhor.”

Com a relação estabelecida entre os dados apresentados pela TTR e as tendências do mercado, fica claro que cada vez mais fusões como esta se farão presentes no mercado brasileiro. Isto reforça a importância em manter o foco direcionado à oferta ampla de serviços com qualidade e adaptados às necessidades dos clientes.

Website: http://www.pagsmile.com

Continuar Lendo

notícias

Cresceu o número de microempreendedores individuais em 2020

Publicado

em

Cresceu o número de microempreendedores individuais em 2020
No Brasil, se gasta, em média, dois dias e 13 horas para abrir uma empresa. - Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O setor responde por 56,7% do total de negócios em funcionamento no país.

O número de Microempreendedores Individuais (MEI) cresceu no país ao longo de 2020. Do total de 3.359.750 empresas abertas no período, 2.663.309 eram MEIs, representando um crescimento de 8,4% em relação ao ano de 2019. Os dados são do Mapa de Empresas, do Ministério da Economia, referente ao terceiro quadrimestre do ano passado.

No fim do terceiro quadrimestre de 2020, existiam, no Brasil, 11.262.383 MEIs ativos. Hoje, eles respondem por 56,7% do total de negócios em funcionamento no país.

Um desses negócios que teve início no ano passado na área de tecnologia da informação é o de Mateus Batalini, que mora em Toledo, no Paraná. Ele afirma que está satisfeito com os resultados e conta como o processo de abertura da empresa foi bem mais ágil do que esperava.

“A abertura de minha empresa foi um processo super rápido. Estava com bastante medo antes de abrir a empresa, porque eu precisava abrir com urgência, pois o momento era propício, então eu precisava fazer o quanto antes. E, quando eu fui de fato abrir, foi uma surpresa pra mim pela rapidez e a facilidade que eu tive. Em pouquíssimos dias eu já estava trabalhando. A empresa já está funcionando e estou bem contente com os resultados”, afirmou Mateus.

O que é MEI

É uma classificação de empresa criada no Brasil para regularizar de forma simplificada a situação de muitos empreendedores no país que antes eram considerados trabalhadores informais.

Quem quer começar um negócio ou já trabalha por conta própria e fatura até R$ 81 mil por ano pode ser um Microempreendedor Individual.

Mapa de Empresas

No Brasil, se gasta, em média, dois dias e 13 horas para abrir uma empresa. A redução do tempo é recorde se comparado aos últimos meses. Em relação ao quadrimestre anterior, por exemplo, houve uma queda de 11,6% e, em relação ao fim de 2019, de 43%.

O Governo Federal trabalha com uma meta de, até o fim de 2022, a abertura de empresas em todo o país ocorrer em até um dia.

“A missão é simplificar e desburocratizar ao máximo o processo de abertura de empresas no Brasil. A principal estratégia que usamos para atingir esse objetivo é a transformação digital de serviços. Em 2020, atingimos a marca histórica de mais de 20 milhões de empresas ativas no Brasil e reduzimos praticamente pela metade o tempo de abertura no Brasil”, ressaltou o diretor do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração, do Ministério da Economia, André Santa Cruz.

No país, há uma forte predominância das atividades do setor terciário da economia. O setor de Serviços é responsável por 46,2% do total de empresas existentes. E o de Comércio, por 34,8%. Logo em seguida, aparecem os de Indústria de Transformação (9,5%); Construção (8,1%) e Agropecuária (0,6%).

 

Para virar um Microempreendedor Individual, acesse o Portal do Empreendedor

 

Por | gov.com.br

Continuar Lendo

notícias

Compra segura de fazendas no estado do Pará é um desafio vencido

O processo de compra de imóveis rurais requer muitos cuidados para lidar com a burocracia e garantir segurança jurídica em relação à transferência da posse e da propriedade imobiliária. Empresa paraense contribui para a quebra desse paradigma, garantindo 99% de assertividade na redução dos riscos relacionados à compra e venda de terras no Estado do Pará.

Publicado

em

por

Castanhal – Pará 2/3/2021 – O que mais dificulta a vinda de investidores ao Pará é o nível baixo de regularização fundiária e ambiental dos imóveis rurais. Esse problema tem solução.

O processo de compra de imóveis rurais requer muitos cuidados para lidar com a burocracia e garantir segurança jurídica em relação à transferência da posse e da propriedade imobiliária. Empresa paraense contribui para a quebra desse paradigma, garantindo 99% de assertividade na redução dos riscos relacionados à compra e venda de terras no Estado do Pará.

A partir de 22/07/2008 se tornou proibida a derrubada ou a destruição de espécimes das fisionomias florestais existentes na Amazônia legal. A Lei dispõe sobre o “Programa Desmatamento Zero”, com a finalidade de conter o desmatamento na Amazônia legal, e isso afetou diretamente a forma como se compra e vende terras produtivas dentro do território, em especial no estado do Pará a desinformação na hora de transacionar essa terra é muito alta, fazendo com que sejam frustradas as intenções de se usufruir da totalidade da terra adquirida.

Soma-se à mudança legal, a desinformação geral no momento das transações imobiliárias que afeta praticamente 90% das vendas e impede que os compradores possam usar e gozar de todos os direitos relativos à propriedade rural.

Neste sentido há um movimento da iniciativa privada de não deixar a solução apenas nas mãos do poder público, e seu característico impasse burocrático, para assumir o protagonismo nas negociações imobiliárias no agronegócio.

“A venda de terras no Estado do Pará está ligada diretamente à regularização fundiária e ambiental, o acesso a propriedades consolidadas com garantias dificulta a vinda de grandes produtores e empresas investirem em agropecuária no estado do Pará, justamente por causa dos conflitos agrários e ambientais existentes.” relata o engenheiro agrônomo Cléber Oliveira, diretor executivo da Agroportal Agronegócios.

Com mais de 15 anos de experiência em regularização fundiária e ambiental na Amazônia, a empresa Agroportal Agronegócios domina o processo de compra e venda de imóveis e pode evitar, por exemplo, a sobreposição de áreas com outras propriedades, projetos de assentamento, áreas quilombolas e terras indígenas.

Em complemento ao leque de confiabilidade, a Agroportal também faz uma completa varredura em relação aos autos de infração e existência de multas para áreas abertas antes de 2008, e atesta, através da evolução temporal de imagens de satélites, a possibilidade de destinação da terra para fins produtivos, com segurança jurídica.

Se a área for de posse comprovadamente mansa e pacífica, a Agroportal Agronegócios ainda auxilia no processo de titulação junto ao órgão fundiário competente (INCRA ou ITERPA), e agrega maior confiabilidade na transação jurídica relacionada ao processo de compra da posse até o registro imobiliário para garantia da propriedade.

Website: https://aportal.com.br/

Continuar Lendo

Em Alta

...