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Colocar uma fábrica à venda é cada vez mais simples no Brasil

Amparado pela tecnologia, mercado de compra e venda de empresas ganha força no país. Momento é oportuno para quem deseja colocar um comércio ou fábrica à venda.

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São Paulo, SP 17/2/2021 – Entre os principais tipos de indústrias no Brasil estão a extrativa, de transformação, alimentícia, construção civil e energética.

Amparado pela tecnologia, mercado de compra e venda de empresas ganha força no país. Momento é oportuno para quem deseja colocar um comércio ou fábrica à venda.

O mercado de compra e venda de empresas voltou a crescer no país após alguns meses de queda, cenário provocado pela pandemia do novo coronavírus. A retomada dos negócios aliada às facilidades de divulgação e comunicação proporcionadas pela tecnologia se transformam, segundo especialistas, em uma excelente oportunidade para quem deseja colocar um comércio ou uma fábrica à venda .

Os dados relacionados às fusões e aquisições de empresas no Brasil em 2020 surpreenderam o mercado, pois foi um ano totalmente atípico por causa da covid-19. Segundo levantamento recente da PwC Brasil, conceituada empresa de auditoria, consultoria e assessoria de transações, de janeiro a novembro foram realizadas 909 transações, um aumento de 42% na comparação com a média do mesmo período desde 2015. Somente em novembro, o país contabilizou 107 negócios.

Ainda de acordo com o estudo, os piores meses para as operações foram abril e junho, mas a recuperação no segundo semestre foi ágil. Para Felippe Ferreira, fundador do site meuBiZ, especializado em compra e venda de empresas , os resultados da pesquisa da PwC Brasil mostram um mercado promissor para 2021, o que facilita para quem deseja comprar ou vender um empreendimento.

Com mais de cinco anos de experiência em negociações de aquisições e vendas de empresas, Ferreira revela que o mercado se transformou e se atualizou ao longo do tempo e, atualmente, o momento para compradores e vendedores é oportuno, pois existe a oferta e a demanda e há, ainda, toda uma estrutura tecnológica que a internet proporciona para facilitar as operações.

Mesmo no caso de colocar uma fábrica à venda, que é um pouco mais complexo que anunciar um comércio varejista, Felippe diz que os empresários têm mais facilidades do que há alguns anos, já que existem diferentes sites especializados para esta finalidade, como o meuBiZ , por exemplo. Nessas plataformas, o anúncio de venda do empreendimento fica disponível para o mundo inteiro, o que pode ampliar o leque de ofertas recebidas e, consequentemente, aumentar as chances de o empresário fazer um bom negócio.

No caso contrário, ou seja, para quem deseja comprar uma fábrica, as facilidades são as mesmas, e o indivíduo ainda tem à disposição informações variadas sobre a empresa e o anunciante. Basta pesquisar e encontrar a melhor opção. “Entre os principais tipos de indústrias no Brasil estão a extrativa, de transformação, alimentícia, construção civil e energética. Se em algum desses ramos você encontrar uma fábrica à venda saiba que estará diante de um mercado com potencial no país”, afirma Felippe.

Além das facilidades de compra e venda, as plataformas também oferecem conteúdos para qualificar a população sobre assuntos relacionados ao empreendedorismo. Contudo, antes de acessar qualquer site, o especialista chama atenção para que a pessoa pesquise sobre o mesmo antes de anunciar ou comprar algum empreendimento. Segundo Ferreira, um site seguro passa confiança e credibilidade para quem compra e quem vende e aumenta as chances de ambas as partes fazerem um bom negócio .

Website: https://meubiz.com.br/

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Energia solar tem papel estratégico para o desenvolvimento econômico, social e sustentável

A fonte solar fotovoltaica agrega inúmeros benefícios para o progresso do país.

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São Paulo – SP 3/3/2021 – A Aliança Solar Internacional (ISA) classificou o Brasil como um dos quatro destaques do mercado de energia solar entre seus 80 países-membros.

A fonte solar fotovoltaica agrega inúmeros benefícios para o progresso do país.

Diante da crise do novo coronavírus no Brasil, o segmento de usinas solares de grande porte deve sair da produção atual de 2,4 GW para 3 GW, representando um aumento de 25%. “Fica cada vez mais evidente o papel estratégico da energia solar para o desenvolvimento econômico, social e sustentável do Brasil, trazendo mais liberdade de escolha aos consumidores, empresários e produtores rurais”, salienta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News & Negócios (www.revistaecotour.news).

A tecnologia solar fotovoltaica evoluiu de forma significativa na última década. Avanços importantes no processo de manufatura, novos recordes de eficiência dos módulos fotovoltaicos e o barateamento dos equipamentos tornaram a eletricidade do sol cada vez mais acessível a todas as camadas da população.

Desde 2012, os consumidores brasileiros já investiram mais de R$ 10 bilhões em sistemas de energia solar na geração distribuída. Estes investimentos privados, feitos diretamente pela população e independentes de licitações ou leilões dos governos, acrescentaram ao Brasil uma potência de mais de 1,9 gigawatt (GW), espalhado por mais de 70% dos municípios brasileiros.

“Em 2019, o segmento criou uma média de 92 postos de trabalho por dia no País, uma verdadeira locomotiva de novos empregos e oportunidades, trazendo renda e alento a milhares de brasileiros que estavam fora do mercado formal. No acumulado, já são aproximadamente 100 mil trabalhadores solares”, relata Vininha F. Carvalho.

A Aliança Solar Internacional (ISA) classificou o Brasil como um dos quatro destaques do mercado de energia solar entre seus 80 países-membros que não fazem parte da OCDE. A classificação de “Achiever”, a mais alta do ranking da instituição, também foi dada à Índia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos e está detalhada no relatório Ease of Doing Solar (EoDS).

O relatório é de particular importância para as instituições financeiras internacionais ao revelar os países que possuem regimes transparentes e prontos para a infraestrutura apoiados por mercados favoráveis aos investidores. O documento também orienta os governos na identificação das principais iniciativas políticas que incentivam e facilitam a energia solar.

“A atividade econômica é aquecida com o dinheiro economizado na conta de luz dos consumidores com energia solar. Este valor é inserido no mercado e ajuda a movimentar os setores de comércio e serviços”, conclui Vininha F. Carvalho.

Website: https://www.revistaecotour.news

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Amazonas recebe usinas de oxigênio para apoiar o atendimento da COVID-19 em 460 leitos

Doações feitas através de uma cooperação entre a iniciativa privada e entes públicos ficarão como legado para os hospitais após a pandemia

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São Paulo, SP 3/3/2021 –

Doações feitas através de uma cooperação entre a iniciativa privada e entes públicos ficarão como legado para os hospitais após a pandemia

Perto de 460 leitos de hospitais públicos amazonenses tiveram a sua capacidade de atendimento contra a COVID-19 reforçada pela doação de cinco usinas de produção de oxigênio ao sistema de saúde do Amazonas. A iniciativa para enfrentar o crescimento do número de casos e a insuficiência de equipamentos para a produção do oxigênio neste início de 2021 no estado foi articulada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), através de uma ação de cooperação entre entes públicos e a iniciativa privada que reuniu doações feitas por uma série de empresas, entre elas o UnitedHealth Group Brasil.

Cada usina tem capacidade de produzir cerca de 25m³ de oxigênio por hora, quantidade suficiente para suprir uma unidade hospitalar em 12 leitos de terapia intensiva e 80 leitos de internação e pronto atendimento. O processo garante a produção de oxigênio diretamente nos hospitais com o acoplamento do equipamento ao sistema de ventilação das unidades para fazer o processo de filtragem e tratamento do oxigênio no local. Os equipamentos ficarão como legado para o estado do Amazonas e poderão ser utilizados pelos hospitais em necessidades futuras.

Um dos principais ensinamentos que ficará para diversos setores da economia sobre o enfrentamento da pandemia da COVID-19 é a importância da cooperação entre a iniciativa privada e o poder público. A união de empresas e governos (através de instituições municipais, estaduais ou federais) tem resultado em ações de sucesso, como a ampliação de oferta de leitos hospitalares (e o crescimento da capacidade de atendimento); o incentivo à produção e o apoio à distribuição de equipamentos de proteção individual; a geração de renda e as doações para populações vulneráveis; e a contribuição para o aumento das quantidades de testes realizados, entre outros.

“A pandemia da COVID-19 nos impacta de incontáveis formas e nos instiga a tomar diversas medidas para contê-la. Acredito que o que mais tem se destacado é a imensa compaixão que nos leva a proteger, esclarecer e tratar milhares de pessoas com uma intensidade incomparável. O UnitedHealth Group Brasil tem a compaixão como um dos seus valores institucionais e, neste momento, ações de solidariedade fazem toda a diferença no combate ao novo coronavírus”, destaca José Carlos Magalhães, presidente do UnitedHealth Group Brasil, empresa de saúde e assistência médica diversificada que reúne a operadora de planos de saúde Amil e a rede Americas. Em 2020, a companhia realizou doações no valor de R$ 38 milhões para apoiar 11 projetos de responsabilidade social no combate à pandemia da COVID-19.

 

Website: https://www.unitedhealthgroup.com/

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A Covid-19 tornou o outplacement ainda mais importante para as empresas

Pesquisa desenvolvida por consultoria especializada em carreira aponta que as empresas estão investindo no desligamento de seus colaboradores. O outplacement pode ajudar demitidos a planejarem a carreira e obter sucesso na vida profissional. A demissão pode gerar inseguranças e ansiedades que precisam ser trabalhadas no outplacement.

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São Paulo SP 3/3/2021 – O abalo emocional de uma demissão pode afetar a transição de um indivíduo para um novo papel e resultar num atraso na busca de um novo emprego

Pesquisa desenvolvida por consultoria especializada em carreira aponta que as empresas estão investindo no desligamento de seus colaboradores. O outplacement pode ajudar demitidos a planejarem a carreira e obter sucesso na vida profissional. A demissão pode gerar inseguranças e ansiedades que precisam ser trabalhadas no outplacement.

A pandemia impactou todas as organizações, setores e no mundo. Líderes de empresas enfrentam difíceis decisões sobre os colaboradores. É importante para as organizações garantir que aqueles que estão saindo do negócio contem com o apoio e a confiança para entrar em um mercado de trabalho em constante mudança. Um serviço de outplacement que era obrigatório na demissão de diretores e presidentes, passou a ser incluído na demissão de todos os níveis, segundo dados de uma pesquisa da United HR (consultoria internacional especializada em outplacement).

A pesquisa aponta que investir na recolocação é importante para proteger a reputação da companhia; ajuda a garantir que as empresas permaneçam respeitadas por se preocuparem com seus colaboradores na demissão.

Márcio Miranda, CEO Latam da United HR, afirma que os líderes precisam reconhecer o impacto que essa mudança terá na força de trabalho. A demissão em massa causa frustrações, inseguranças, ansiedades, insônia e baixa estima. Esses sentimentos negativos fazem com que os funcionários remanescentes percam a confiança na companhia, impactando na produtividade e desempenho e um aumento nos pedidos de demissão voluntária.

“Ao investir em outplacement, os líderes podem garantir que os colaboradores que ficam vejam que quem está demitido está sendo apoiado de fato restaurando sua confiança. O outplacement permite planejar o próximo passo de sua carreira para uma transição estruturada para seu próximo emprego. Um especialistas em carreira ou coach pode ajudar em um novo plano de ação, de onde se recolocar e no autoconhecimento de habilidades e competências que se encaixam em determinados cargos, ajudando a encontrar uma recolocação de sucesso”, esclarece Hends Tabanez, Diretor da Divisão de Outplacement da United HR.

“O abalo emocional de uma demissão pode afetar a transição de um indivíduo para um novo papel e resultar num atraso na busca de um novo emprego”, afirma Hends.

Segundo Alisson Soncine, Managing Director da United HR, “o outplacement proporciona um autoconhecimento, mudanças de comportamentos inadequados, desenvolvimento de competências e explora os diferentes caminhos de carreira disponíveis; seja manter-se no mesmo setor, mudança de carreira, se tornar um empresário, buscar um conselho administrativo, investir em educação superior ou aposentadoria. O outplacement pode tornar o ex-colaborador visionário, bem como ajudá-lo a entender as ferramentas e recursos necessários para dar os próximos passos, ajuda a reduzir a ansiedade da perda do emprego e significa que os funcionários que saem têm mais chances de alcançar a recolocação mais rapidamente”.

“Além disso, uma tendência crescente de “pré-recolocação” é que alguns empregadores oferecem suporte de desenvolvimento de carreira para todos os funcionários antes da notificação de demissão – o que significa que os indivíduos têm uma vantagem inicial ao considerar seu próximo movimento de carreira, bem como uma oportunidade de recolocação interna caso uma opção adequada esteja disponível. Consequentemente, aqueles que passam para o programa de suporte total de recolocação estão prontos para começar imediatamente, enquanto a organização pode reter parte de seu talento por meio de realocação interna”, afirma Alisson Soncine.

Para Márcia Pillat, CEO North America da UNITED HR, a Covid-19 mudou funções e formas de trabalho, só porque uma função não é mais viável, não significa que o indivíduo que a ocupou anteriormente também se tornou excedente aos requisitos. Retenção de habilidades e talentos é fundamental; seja por meio de redistribuição interna, ou para garantir que aqueles que saem da organização o façam positivamente, com a ideia de que podem fazer o caminho de volta (efeito bumerangue) em algum ponto no futuro – e o outplacement torna tudo isso possível”.

“Muitas organizações também estão procurando incluir suporte adicional para aqueles que permanecem no negócio como parte de seus programas de outplacement. Isso pode ser feito com change management e treinamento de resiliência para líderes e gestores, para que conduzam as demissões com a aptidão e equilíbrio emocional e que continue sendo um agente desenvolvedor de talentos inclusive a quem é demitido”, afirma Márcia Pillat.

A pesquisa da United HR aponta que aumentaram em 60% a contratação do outplacement pelas empresas, pois querem desenvolver os gestores para conduzir a demissão, preparando-os para que este momento difícil possa ser um momento de impulsionar e transformar de forma positiva o demitido, para que seja garantido seu sucesso profissional.

Website: http://unitedhr.co

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