Conecte-se conosco

Notícias

IDEMIA Lança ‘Converged Card’ a fim de Permitir Inclusão Financeira com Solução de Cartão de Identidade e Pagamento

Publicado

em

RESTON, Va. 29/10/2020 –

A IDEMIA, líder global em soluções de identidade e segurança e fornecedora número um de carteiras de motorista nos EUA, anunciou hoje o desenvolvimento de uma solução ‘Converged Card’ em parceria com a Mastercard, permitindo que os titulares de cartões façam compras com segurança para itens essenciais do dia a dia. A solução ajudará a trazer mais pessoasàeconomia formal nos EUA que atualmente têm acesso limitado ou nenhum acesso a serviços financeiros.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20201029006315/pt/

IDEMIA Launches Converged Card to Enable Financial Inclusion with Identity and Payment Card Solution (Photo: Business Wire)

IDEMIA Launches Converged Card to Enable Financial Inclusion with Identity and Payment Card Solution (Photo: Business Wire)

Converged Card1 é uma carteira de motorista emitida pelo estado ou uma identificação com uma credencial de pagamento. Este cartão ou aplicativo digital irá oferecer suporte a programas subsidiados pelo estado, incluindo seguro-desemprego, assistência a moradia e serviços públicos e reembolso de impostos, permitindo que o governo alcance automaticamente as pessoas que precisam de financiamento mediante o setor público mais rápido do que com um cheque em papel.

“Este cartão abordará as questões fundamentais da inclusão financeira, permitindo que todos os cidadãos tenham acesso a serviços financeiros através de um cartão pré-pago, de forma acessível e oportuna, o que criará um processo novo e aprimorado para desembolsar fundos do governo estadual”, disse Megan Heinze, presidente de Instituições Financeiras para América do Norte da IDEMIA, que fez o anúncio hoje em um discurso na MoneyFest.

“À medida que a transformação digital muda o modo como vivemos e interagimos uns com os outros, nossa meta comum é construir soluções que garantam que todos os consumidores recebam fundos e façam pagamentos de uma forma que atenda às suas necessidades financeiras específicas”, disse Kathleen Tobin, Chefe de Parcerias Estratégicas Globais na IDEMIA.

“A Mastercard tem o orgulho de apoiar a solução ‘Converged Card’ com nosso parceria de confiança IDEMIA”, disse Miguel Gamiño Jr., Vice-Presidente Executivo de Parcerias Empresariais ‘Global Cities’ na Mastercard. “Esta solução Converged Card é o resultado da parceria estratégica da Mastercard com a IDEMIA, estabelecido em 2018 através da City Possible, uma rede exclusiva para co-desenvolvimento urbano. A City Possible permite que os membros utilizem a experiência e os recursos coletivos de todas as partes interessadas para dimensionar soluções inovadoras que atendam aos desafios mundiais urgentes. Nos últimos dois anos, temos cooperado para desenvolver soluções que possibilitem a inclusão financeira em todo o mundo.”

A IDEMIA, que já trabalha com mais de 75% dos estados nos EUA para fornecer carteiras de habilitação físicas, está atualmente trabalhando com vários estados em uma carteira de habilitação digital que poderá funcionar da mesma maneira que o ‘Converged Card’ físico.

“Com a IDEMIA e a Mastercard em parceria, acreditamos que os recursos de um cartão multifuncional com pagamento e identificações combinados aumentarão em importância devidoàdemanda de colocar fundos nas mãos dos consumidores de forma rápida e fácil, sem comprometer a segurança”, disse Matt Thompson, Vice-Presidente Sênior de Identidade Civil para América do Norte na IDEMIA. “Estamos conversando com vários líderes estaduais interessados na oportunidade de fornecer este tipo de solução a seus residentes.”

“Vemos uma grande oportunidade para a convergência de identidade e finanças”, disse Eric Jorgensen, Diretor da Divisão de Veículos Motorizados do Arizona. “Esta solução cria um modo fácil de nossos cidadãos acessarem serviços financeiros para receber pagamentos, incluindo benefícios de seguro-desemprego e restituições de impostos, ou para fazer pagamentos, incluindo taxas de registro de veículos, impostos de renda e taxas de licenciamento profissional. Isto cria um ambiente mais seguro aos cidadãos e para o estado, pois podemos confirmar que os pagamentos estão indo a clientes reais e elegíveis. Somos gratos às parcerias da IDEMIA e Mastercard, com as quais podemos trabalhar para fornecer a nossos cidadãos estas inovações de impacto.”

Para obter mais informação sobre a rede ‘City Possible’ da Mastercard, acesse www.citypossible.com

Sobre a IDEMIA

A IDEMIA, líder mundial em Identificação Aumentada, proporciona um ambiente confiável que permite aos cidadãos e consumidores realizar suas atividades diárias (como pagar, conectar-se e viajar), tanto no espaço físico quanto no digital.

Proteger nossa identidade se tornou uma missão crítica no mundo em que vivemos hoje. Ao defender a Identidade Aumentada, uma identidade que garante privacidade , confiança e transações seguras, autenticadas e verificáveis, reinventamos a maneira como pensamos, produzimos, usamos e protegemos um de nossos maiores ativos – nossa identidade – seja para indivíduos ou para objetos, sempre e onde a segurança for importante. Fornecemos Identidade Aumentada para clientes internacionais dos setores Financeiro, Telecom, Identidade, Segurança Pública e IoT. Com quase 15.000 funcionários em todo o mundo, a IDEMIA atende clientes em 180 países.

Para mais informação, acesse www.idemia.com / Siga @IDEMIAGroup no Twitter

1 Para obter mais informação sobre esta solução, veja este vídeo.[1]

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Contato de imprensa:

Adam Gasper

adam.gasper@hkstrategies.com

M: +1 989 928 4462

Hill+Knowlton Strategies

www.hkstrategies.com

Fonte: BUSINESS WIRE

Continuar Lendo
Anúncio
Clieque para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias

Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

Publicado

em

Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

Continuar Lendo

Notícias

Juridiquês: você não precisa disso

Publicado

em

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

Continuar Lendo

Notícias

Como as telas implicam na vida das crianças

Publicado

em

Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

Continuar Lendo

Em Alta

...