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Pesquisa mostra a relação das transportadoras com a tecnologia no transporte de cargas

Abordar a tecnologia no transporte de cargas logo remete à ideia de veículos rastreados ou projetos ainda distantes da realidade como o dos caminhões autônomos. Na verdade, hoje existem muitas possibilidades reais de aplicabilidade de inúmeras soluções. Mas como anda a relação com a tecnologia para quem lida com fretes diariamente?

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São Paulo, SP. 29/10/2020 –

Abordar a tecnologia no transporte de cargas logo remete à ideia de veículos rastreados ou projetos ainda distantes da realidade como o dos caminhões autônomos. Na verdade, hoje existem muitas possibilidades reais de aplicabilidade de inúmeras soluções. Mas como anda a relação com a tecnologia para quem lida com fretes diariamente?

O transporte rodoviário de cargas está entre as atividades consideradas essenciais, pois ajuda a movimentar o comércio, a indústria e os produtos e insumos agrícolas, por esse mais de milhão de quilômetros de estradas que cortam o país de norte a sul, garantindo o abastecimento de toda a cadeia produtiva. 

No entanto, é também a atividade mais onerosa para as organizações, representando mais da metade dos custos logísticos. Por isso, o uso da tecnologia no transporte de cargas tem papel importante no sentido de organizar e otimizar as operações e ainda torná-las mais seguras. 

As soluções podem ser aliadas no aumento de produtividade, na agilidade dos processos e colaborar, principalmente, com a redução de custos, além de diminuir o impacto socioambiental dessa atividade. Junto com a globalização e as transformações no comportamento do consumidor, pode-se dizer que a tecnologia no transporte de cargas vem mudando o ritmo do mercado. 

Isso porque avaliar o uso de soluções e inovações está virando uma obrigação para as empresas do setor e pode representar uma permanência mais significativa nesse mercado, diante da concorrência cada dia mais acirrada. A realidade se estende às transportadoras que buscam aprimorar a operação para crescer, apostando no melhor desenvolvimento das operações, sempre alinhado às demandas de mercado.

À disposição elas têm sistemas de gestão de armazéns, de monitoramento e rastreio de veículos, de gestão de transportes, de gestão de frotas, roteirizadores de cargas, radiofrequência, geolocalização, telemetria e plataformas online, entre outras soluções que podem aprimorar a gestão e a operação no transporte de cargas.

Para ter uma ideia de como está a visão sobre a tecnologia no transporte de cargas para parte dessas empresas, a FreteBras, uma das maiores plataformas de publicação de fretes da América Latina, realizou uma pesquisa informal, na verdade um Quiz, com transportadoras, desafiando-as a descobrir se estavam preparadas para decolar no mercado com o auxílio de ferramentas de tecnologia. 

De olho no futuro

O perfil das 532 empresas participantes do Quiz FreteBras é o seguinte: 49,2% não têm frota própria, 33,5% têm até cinco caminhões e apenas 5,7% têm mais de 15 veículos. A frota é própria em 44,5% dos casos. 

Para 34,6% é necessário utilizar a frota terceirizada ou motoristas autônomos, enquanto 20,9% trabalham dos dois jeitos, com frota própria e terceirizada. Do total de participantes, 43,8% afirmam fazer uso de plataforma de publicação de cargas.

Na visão de 57,9% das empresas, a tecnologia no transporte de cargas pode ajudar as transportadoras, controlando o fluxo de atividades e agilizando os trabalhos. Pouco mais da metade das que se propuseram a responder o Quiz (57,8%) vê a tecnologia dos sistemas computadorizados de monitoramento e rastreio como uma solução para monitorar e administrar informações sobre as cargas.

 

Quando questionadas sobra a forma mais rápida de encontrar caminhoneiros autônomos, 44,5% das empresas transportadoras indicaram as plataformas de publicação de fretes, enquanto 30,3% apontaram o aplicativo de troca de mensagens WhatsApp. O modo tradicional ainda persiste para 25,2%, que optam por pátios de caminhão (15,3%) e postos de combustível (9,9%) para essa busca.

Grande parte das respostas, 70,5%, destaca o gerenciamento de frotas como um recurso tecnológico utilizado para acompanhar melhor todas as atividades que envolvem o uso dos veículos da empresa. Além disso, a pesquisa mostrou que 48,1% dessas transportadoras já sabem que podem disponibilizar a frota ociosa em uma plataforma de fretes para continuar faturando. 

Para 67,9% das participantes, no que diz respeito à segurança do motorista e da carga a tecnologia também pode ajudar com sistemas de gestão de rotas, rastreamento e monitoramento. E na hora de precificar uma rota que a empresa nunca fez, 54,8% apontam o uso de uma ferramenta que analisa o histórico de fretes dessa rota como o melhor caminho para essa tarefa.

Metade de quem respondeu ao teste, 51,7%, conhece o serviço oferecido por uma plataforma de publicação de fretes, cadastrando ofertas ilimitadas de cargas e conectando os interessados através de meios digitais. O grande número de motoristas cadastrados e a análise do histórico de fretes e rotas estão entre as maiores vantagens apontadas por 54,9% das empresas para o uso da plataforma. 

A conclusão a que se chega com essa pesquisa informal é a de que embora ainda haja um longo caminho a percorrer, tanto no que diz respeito à informação quanto ao uso propriamente dito da tecnologia no transporte de cargas, as empresas transportadoras já vivenciam mais os conceitos e conhecem as possibilidades que o uso de soluções pode trazer para a atividade. 

Website: http://www.fretebras.com.br

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Simpósio gratuito discute práticas de resolução de conflitos

Evento gratuito acontece no dia 25 de junho no Auditório da Secretaria Estadual das Mulheres, em Vitória, e está com inscrições abertas via Sympla

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Vitória, ES 21/6/2024 –

Evento gratuito acontece no dia 25 de junho no Auditório da Secretaria Estadual das Mulheres, em Vitória, e está com inscrições abertas via Sympla

Acontece em Vitória, no dia 25 de junho, o Simpósio Práticas Consensuais: O Público e o Privado na resolução adequada de Conflitos. O evento é gratuito e vai reunir profissionais do Direito que estão inseridos nos setores público e privado para discutir práticas consensuais para a resolução de conflitos. Realizado pela Unniversa Soluções de Conflitos, o evento acontece das 8h30 às 12h.

Para Camila Linhares, advogada e CEO da Unniversa Soluções de Conflitos, a reunião promete ser um momento de troca de experiências entre profissionais. “Estaremos reunidos para discutir melhores práticas relacionadas à resolução de conflitos e para isso contaremos tanto com agentes vinculados ao poder público quanto do privado. O resultado disso é uma soma de experiências que, com certeza, vai servir de conhecimento e enriquecer nossas discussões”, explica. 

PROGRAMAÇÃO:

08:30 – 09:00 – Entrada e credenciamento

09:00 – 09:15 – Abertura do simpósio

09:15 – 10:00 – Tema 01: Práticas consensuais para a solução de conflitos

10:05 – 10:50 – Tema 02: Poder Público e o Privado na resolução adequada de Conflitos

10:55 – 11:40 – Tema 03: Práticas Restaurativas: Prevenção ou solução?

11:45 – 12:00 – Encerramento

SERVIÇO

Simpósio Práticas Consensuais: O Público e o Privado na Resolução Adequada de Conflitos

Data: 25 de junho, das 8h30 às 12h

Local: 

Auditório da Secretaria Estadual das Mulheres – SESM 

Rua das Palmeiras, 865, Santa Lúcia, Vitória, Espírito Santo

Prédio anexo à Junta Comercial do Espírito Santo

Inscrição gratuita: www.sympla.com.br/evento/simposio-de-praticas-consensuais-o-publico-e-o-privado-na-resolucao-adequada-de-conflitos/2499582

Website: http://www.sympla.com.br/evento/simposio-de-praticas-consensuais-o-publico-e-o-privado-na-resolucao-adequada-de-conflitos/2499582

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Empresas devem considerar BDI na gestão de projetos

Muitas vezes negligenciado por gestores, o item “Benefícios e Despesas Indiretas”, ao não ser considerado, pode representar prejuízo para a companhia

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São Paulo 21/6/2024 –

Muitas vezes negligenciado por gestores, o item “Benefícios e Despesas Indiretas”, ao não ser considerado, pode representar prejuízo para a companhia

A sigla BDI, que representa Benefícios e Despesas Indiretas, é amplamente utilizada no meio empresarial e na engenharia civil para designar um percentual aplicado sobre o custo direto de um projeto. Esse percentual é adicionado para cobrir custos indiretos, riscos e lucro, sendo uma ferramenta essencial para a gestão financeira eficaz dos projetos.

A composição do BDI inclui despesas administrativas, impostos, seguros e custos financeiros, entre outros. Uma parte significativa deste percentual é destinada ao lucro da empresa. Compreender esses elementos é crucial para avaliar como os custos indiretos influenciam o orçamento total do projeto, explica Jônatas Granieri, diretor da Granieri Engenharia. Segundo ele, para utilizar o BDI de maneira eficaz, é necessário realizar uma análise detalhada, garantindo que todos os custos indiretos sejam considerados. Prever imprevistos e riscos, adicionando uma margem de segurança, é uma prática comum que ajuda a mitigar impactos negativos no orçamento.

“Muitas vezes, esta relevante questão é negligenciada e, com isso, ao final da operação, a empresa apresenta prejuízo,” alerta o empresário. Granieri afirma que não considerar este aspecto pode representar um prejuízo considerável.

De acordo com Granieri, um BDI bem calculado assegura preços competitivos no mercado, além de proporcionar uma margem de lucro saudável. “Durante a apresentação de propostas ou licitações, a clareza na explicação de como o BDI foi calculado pode gerar confiança e credibilidade entre os clientes, demonstrando profissionalismo na gestão de custos,” revela.

O empresário também aconselha revisar o BDI periodicamente em projetos de longa duração. “É essencial, pois mudanças nas condições de mercado e outros fatores podem afetar a precisão dos cálculos originais. Ajustar o BDI conforme necessário mantém a saúde financeira dos projetos e da empresa,” afirma.

Granieri sintetiza a questão ao explicar que o BDI é uma ferramenta poderosa quando utilizada corretamente. “Compreender sua composição, aplicá-lo de forma adequada aos orçamentos e revisá-lo regularmente são passos essenciais para garantir o sucesso financeiro dos projetos e da empresa. Utilizando o BDI de forma estratégica, é possível maximizar benefícios e minimizar riscos, promovendo uma gestão financeira eficaz, saudável e competitiva,” finaliza.

Website: https://www.granieriengenharia.com.br/

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Indústrias evitam perdas de até US$ 30 mil por hora com paradas inesperadas

Indústrias de alimentos e bebidas economizam com programas de manutenção preventiva de máquinas

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São Paulo – SP 21/6/2024 – “Modelo de contrato integrado, com foco na Manutenção e Gestão de Ativos, pode trazer um retorno anual de 30% a 40% do investimento”, Rogério Rodrigues, Abecom

Indústrias de alimentos e bebidas economizam com programas de manutenção preventiva de máquinas

As indústrias de alimentos e bebidas perdem de US$ 4 mil a US$ 30 mil por hora em decorrência de paradas não programadas de máquinas. A informação é da pesquisa “O Valor da Confiabilidade”, realizada pela ABB e Sapio Research, em 2023, com mais de 3 mil empresas de diversos setores. Segundo o estudo, 60% das indústrias disseram que pretendem investir em programas de Manutenção Centrada na Confiabilidade (MCC) nos próximos anos e 90% manifestaram interesse em contratos de manutenção com parceiros especializados.

Um outro estudo realizado no Brasil, pelo portal Indicadores de Gestão, aponta, porém, que 67% das empresas ainda não contam com uma área de Engenharia de Manutenção, ou têm uma atividade incipiente; e que somente 37% das indústrias fazem o monitoramento dos seus equipamentos críticos, mecânicos ou elétricos.

Esse monitoramento é o foco de atuação da Abecom, que atua há mais de 60 anos neste segmento e que desenvolveu um modelo de contrato integrado de produtos e serviços, com foco em Manutenção e Gestão de Ativos, podendo reduzir pela metade o tempo de inatividade das indústrias. De acordo com a Abraman (Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos), os custos com manutenção equivalem a 5% do faturamento bruto das indústrias.

“O modelo de contrato integrado, com foco na Manutenção e Gestão de Ativos, pode trazer um retorno anual de 30% a 40% do investimento”, informa Rogério Rodrigues, CEO da Abecom.  “Esse programa reúne produtos premium, serviços e engenharia de aplicação, visando à melhoria da confiabilidade, eficiência e aumento da vida útil dos ativos. Isso inclui desde o monitoramento online das máquinas, com base em sensores ligados ao nosso REP Center”, explica. “Além disso, este modelo de contrato inclui a otimização dos estoques de peças, que podem ser enviadas por nós para todo o Brasil, e planos de redução de desperdícios, gerando economia e diminuindo o impacto ambiental”, completa.

Durante a Fispal Tecnologia 2024, que aconteceu nesta semana em São Paulo, a Abecom apresentou casos de indústrias de alimentos e bebidas que têm economizado milhares de dólares com seu modelo de contrato integrado de produtos e serviços. Veja a seguir alguns resultados alcançados pelos clientes da Abecom no Brasil.

Eliminação de estoque

Uma indústria alimentícia apresentava um alto índice de paradas por lubrificação inadequada de máquinas, o que também demandava um elevado estoque de lubrificantes. Ao contratar o pacote de serviços da Abecom, passou a contar com o monitoramento online do REP Center e com um gestor exclusivo para suas plantas, que passaram a adotar um lubrificante mais adequado. Isso eliminou a necessidade de estoque e aumentou a disponibilidade dos equipamentos, gerando um ganho de US$ 350 mil anuais.

Em outro caso, de gestão de estoque de rolamentos, a Abecom promoveu o treinamento da equipe de uma indústria e reduziu o risco de paradas não planejadas, economizando US$ 20 mil anualmente.

Redução de quebras de rolamentos

Em uma indústria que apresentava alto índice de quebras de rolamentos nas linhas de transportes, por falta ou excesso de lubrificação, a Abecom recomendou a implantação de lubrificadores automáticos SKF, que reduziram em 35% os custos de manutenção, economizando 4.700 horas de trabalho por ano e aumentando a vida útil dos lubrificantes.

Reutilização de lubrificantes

Em seus processos regulares de lubrificação de máquina, duas indústrias descartavam o óleo excedente. A Abecom identificou que estes lubrificantes poderiam ser reutilizados, desde que passasse por filtragem e desidratação. Com isso, foram reaproveitados, no total, quase 3 mil litros de óleo por ano, economizando mais de US$ 100 mil e reduzindo o impacto ambiental.

Controles de vazamentos

Em uma máquina que apresentava vazamentos de lubrificantes, a mudança por um produto mais adequado economizou 6 mil litros de óleo, resultando em ganho anual de US$ 20 mil.

Em outro caso de vazamento, os rolamentos falhavam por causa da contaminação do lubrificante por água. A Abecom implementou boas práticas de lubrificação e vedação, que resultaram numa economia anual de US$ 6 mil.

Maior disponibilidade das máquinas

Por meio de seu programa de manutenção preditiva, a Abecom dobrou de 6 meses para 1 ano o tempo médio entre falhas de maquinário – também conhecido como MTBF (Mean Time Between Failures). As causas das paradas não programadas eram quebras da corrente do motor. A substituição por uma corrente especial da SKF aumentou a disponibilidade do equipamento, gerando uma economia anual de US$ 20 mil.

Entregas mais rápidas e econômicas

Para uma indústria que utiliza componentes importados em suas máquinas, o programa da Abecom reduziu em 10 dias o tempo de entrega (lead time) das peças e em 60% os custos de nacionalização, resultando em uma economia anual de US$ 24 mil.

Treinamento e engenharia de aplicação

Uma indústria alimentícia de grande porte enfrentava problemas em suas paradas programadas para manutenção, por conta do desnível de conhecimento técnico de sua equipe. Nesse caso, a Abecom forneceu treinamento com engenheiros, que também acompanharam a montagem de rolamentos e fizeram recomendações de novas tecnologias. O aumento de confiabilidade dessas máquinas gerou uma economia anual de US$ 7,5 mil, além de reduzir o impacto ambiental.

Sobre a Abecom:

Fundada em 1963, é o maior distribuidor industrial da SKF no Brasil. Atende a mais de 200 grupos industriais com seu modelo de contrato exclusivo, somando mais de 1 mil plantas fabris. Com matriz na cidade de São Paulo, onde também tem um Centro de Distribuição com correias transportadoras – outro produto do portfólio Abecom – e um Centro de Operações Compartilhadas (COC). Conta ainda com unidades em Campinas (SP), Curitiba (PR) e uma filial em Belo Horizonte (MG). Despacha produtos para todo o Brasil, contando com um sistema de logística inteligente e rastreável.

Mais informações: https://www.abecom.com.br/

Website: https://www.abecom.com.br/

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