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The Estée Lauder Companies Alcança Marco em Metas Climáticas – Emissões Líquidas Zero, RE100 – e Define Novas Metas Baseadas na Ciência

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NOVA YORK 2/11/2020 –

Hoje, The Estée Lauder Companies (ELC) anunciou que alcançou Emissões Líquidas Zero e forneceu 100% de eletricidade renovável a nível mundial para suas operações diretas, atingindo o alvo que definiu ao se uniràRE1001.Considerando esta conquista, a empresa também satisfez sua meta de definir alvos de redução de emissões com base científica para suas operações diretas e cadeia de valor, colocando a empresa para agir de modo ainda mais decisivo contra as transformações climáticas na próxima década.

“O anúncio de hoje aponta a um novo nível de ambição e dedicaçãoàação climática pela The Estée Lauder Companies. Definir alvos ambiciosos alinhadosàciência climática mais recente é uma declaração de nossos valores e compromisso em gerenciar nossos negócios a longo prazo”, disse Fabrizio Freda, Presidente e Diretor Executivo da The Estée Lauder Companies. “Nesta década decisiva quantoàação climática, continuaremos a acelerar os esforços a fim de assegurar um planeta belo e saudável para as próximas gerações.”

Para alcançar suas Emissões Líquidas Zero e metas RE100 até 2020, a ELC visou a princípio a redução de sua emissão de carbono operacional, ao implementar soluções de alta qualidade e investir em projetos que proporcionam energia renovável adicionalàrede. A abordagem de portfólio inclui assinar um Contrato de Aquisição de Energia Virtual (VPPA) de 22 MW de energia eólica do parque eólico Ponderosa em Oklahoma, fechando o maior contrato de energia renovável da empresa até o momento. O parque eólico Ponderosa por si só cobrirá mais da metade da capacidade elétrica da empresa com tecnologias de energia renovável.

A ELC adicionou ainda mais ao seu portfólio mundial de energia renovável ao instalar no local painéis solares montados em solo e em telhados em suas unidades ao redor do mundo, elevando o total mundial da empresa a mais de 5 MW de capacidade solar. Em mercados onde as operações da ELC têm uma emissão de carbono comparativamente menor, a empresa adquiriu certificados de energia renovável (RECs) ou seu equivalente internacional para dar suporteàgeração de energia renovável local. Para lidar com quaisquer emissões anuais restantes oriundas de operações, a ELC adquiriu compensações do projeto Massachusetts Tri-City Forestry na América do Norte, que protege 6.500 acres de áreas florestais públicas contra a significativa extração comercial de madeira, garantindo o manuseio sustentável da floresta a longo prazo.

Helen Clarkson, Diretora Executiva do Climate Group, disse, “Felicitamos a The Estée Lauder Companies por seu fantástico trabalho de mudar para eletricidade renovável a nível mundial. Quando grandes empresas como a The Estée Lauder Companies visam um alvo ambicioso, podem executar grandes transformações a um ritmo rápido. Este é exatamente o tipo de liderança que precisamos perceber na década climática, ao mesmo tempo que trabalhamos para diminuir as emissões no mundo pela metade.”

Os novos alvos climáticos da ELC reforçam um legado de administrar a empresa com uma lente a longo prazo e com foco nas necessidades das futuras gerações. Os alvos abordam as emissões dos Escopos 1, 2 e 3, sendo validados e aprovados de modo independente pela iniciativa Alvo Baseado na Ciência (SBTi):

  • The Estée Lauder Companies se compromete em reduzir emissões GHG dos escopos absolutos 1 e 2 a 50% até 2030 a partir do ano base 2018. Este alvo é consistente com as reduções necessárias para manter o aquecimento até 1,5°C, a meta mais ambiciosa do Acordo de Paris.
  • The Estée Lauder Companies também se compromete a reduzir emissões GHG do escopo 3 a partir de bens e serviços adquiridos, transporte e distribuição ascendentes bem como viagens de negócios em 60% por receita unitária ao longo do mesmo período de tempo. Este alvo para emissões da cadeia de valor da ELC (Escopo 3) satisfaz os critérios da SBTi para metas ambiciosas da cadeia de valor, significando que estão alinhadas às melhores práticas atuais.

Para assumir o escopo mais extenso de enfrentar os impactos da emissão de carbono além de suas operações diretas, a ELC terá como base seus sucessos e aprendizagens de alcançar Emissões Líquidas Zero e RE100. Ao agir assim, a empresa pretende implementar soluções integradas e fomentar o valor agregado conjunto com parcerias da cadeia de fornecimento e fabricantes terceirizados.

“Há muitos anos The Estée Lauder Companies está comprometida profundamente com a ação climática e, em 2020, não apenas nos mantivemos leais a nossos compromissos, como também demos passos para acelerar ainda mais o progresso. Em um momento tão crítico a nosso planeta e comunidades ao redor do mundo, sabemos que este trabalho é mais importante do que nunca”, disse Nancy Mahon, Vice-Presidente Sênior de Cidadania e Sustentabilidade Corporativas Globais da The Estée Lauder Companies. “Os eventos deste ano apenas sublinharam a urgência e o imposição da ação climática, sendo que estamos empenhados em fazer nossa parte, ao cooperar com as parcerias a fim de enfrentar um dos maiores desafios do nosso tempo.”

Para obter mais informações sobre os compromissos e alvos da ELC quanto ao clima, acesse o ano fiscal de 2020 do Relatório de Cidadania e Sustentabilidade.

Nota de Advertência sobre Informações de Cidadania e Sustentabilidade:

Este comunicadoàimprensa contém informações sobre nossas metas e esforços de cidadania e sustentabilidade. A execução das metas envolve certos riscos e incertezas, como mudanças em nossos negócios (por exemplo, aquisições, alienações ou novos locais de fabricação ou distribuição), padrões pelos quais a execução é medida, as suposições subjacentes a uma meta particular e nossa capacidade de relatar com precisão informações específicas. Os resultados reais podem diferir de nossas metas estabelecidas ou dos resultados esperados. Também podemos alterar, ou decidir não perseguir, certas metas ou iniciativas. Além do mais, os padrões pelos quais são medidos os esforços de cidadania e sustentabilidade bem como assuntos referentes vêm se desenvolvendo e evoluindo, estando certas áreas sujeitas a premissas. Os padrões e as premissas podem mudar com o tempo. Além disto, declarações proferidas sobre a empresa, seus negócios ou esforços podem não ser aplicados a todas as unidades de negócios (por exemplo, aquelas que foram recentemente adquiridas). Não assumimos a responsabilidade de atualizar a informação contida neste comunicadoàimprensa ou continuar a relatar qualquer informação.

Sobre a The Estée Lauder Companies Inc.

The Estée Lauder Companies Inc. é um dos principais fabricantes e comerciantes mundiais de produtos de qualidade para cuidados com a pele, maquiagem, fragrâncias e tratamentos capilares. Os produtos da empresa são vendidos em cerca de 150 países e territórios sob nomes de marcas, incluindo: Estée Lauder, Aramis, Clinique, Prescriptives, Lab Series, Origins, Tommy Hilfiger, M·A·C, Kiton, La Mer, Bobbi Brown, Donna Karan New York, DKNY, Aveda, Jo Malone London, Bumble and bumble, Michael Kors, Darphin, Tom Ford, Smashbox, Ermenegildo Zegna, AERIN, RODIN olio lusso, Le Labo, Editions de Parfums Frédéric Malle, GLAMGLOW, KILIAN PARIS, BECCA, Too Faced e Dr. Jart+.

ELC-C

ELC-I


1 A ELC se uniuàcampanha RE100 em 2017. Acesse www.there100.org para mais informação.

A versão oficial e autorizada do comunicado é a emitida na língua original do mesmo. A tradução é apenas uma ajuda, devendo a mesma ser conferida com o texto na sua língua original, que é a única versão com validade legal.

Contato:

Mídia: Bari Seiden-Young

(212) 572-4475

bseiden@estee.com

Fonte: BUSINESS WIRE

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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