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Pequeno em tamanho. Grande em desempenho.

EMist lança o futuro da tecnologia de vaporizador eletrostático

Publicado

em

FORT WORTH, Texas, EUA 2/11/2020 –

EMist lança o futuro da tecnologia de vaporizador eletrostático

A EMist® Disinfection Solutions anunciou hoje o lançamento do Vaporizador Desinfetante TruElectrostatic™ EX-7000.

O EX-7000 é leve e ergonômico: com apenas 14,9 libras, ele pesa a metade de outros vaporizadores. Equipado com a tecnologia inteligente Charge Detect™, o vaporizador eletrostático EX-7000 detecta continuamente a polaridade do usuário e do equipamento, e se ajusta de forma automática para que o aterramento nunca seja um problema, assegurando o revestimento desinfetante mais abrangente do mercado e reduzindo em 50% os custos com mão de obra e produtos químicos.

O desinfetante é inicialmente atomizado, passa por um bico de indução eletrostática — carregado com uma fonte de alimentação bipolar — e é descarregado por toda a área direcionada. O fornecimento bipolar faz com que as cargas elétricas sejam redistribuídas alternativamente, gerando gotículas com excesso de cargas positivas ou negativas. Essas gotículas carregadas são então atraídas para a área direcionada e revestem suas laterais, extremidades e superfícies traseiras.

Os Vaporizadores Desinfetantes TruElectrostatic da EMist são construídos sobre seis plataformas centrais, resultando em um vaporizador eletrostático que fornece saída de carga eletrostática 100% contínua, elimina o aterramento e cobre uma área superior e abrangente.

Verdadeira tecnologia: a tecnologia de detecção de carga EPIX

Utilizando a tecnologia de detecção de carga EPIX, os vaporizadores eletrostáticos detectam continuamente a polaridade do usuário e do equipamento, ajustando-se de forma automática para que o aterramento nunca seja um problema. As gotículas descarregadas envolvem as superfícies. Esse efeito de envolvimento cria uma cobertura equilibrada, uniformizada e abrangente de produtos químicos, reduzindo custos com mão de obra e produtos químicos.

TruConfidence (Verdadeira confiança): Patenteado. Comprovado. Digno de confiança.

Com o crescimento da COVID-19, surgiram muitas empresas da noite para o dia afirmando que possuem vaporizadores eletrostáticos. Ao lidar com patógenos que representam riscosàvida, é de fundamental importância saber se a empresa da qual você está comprando é experiente, respeitada e comprovada. Os vaporizadores eletrostáticos da EMist são patenteados, respaldados por estudos laboratoriais independentes, utilizados durante a crise de ebola de 2014 e desenvolvidos pelo veterano da indústria eletrostática Mike Sides, que trabalha frequentemente com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, o Centro de Excelência em Entomologia Naval dos Estados Unidos, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos e a Organização Mundial da Saúde.

TruCharge (Verdadeira carga): o melhor desempenho

A polaridade do vaporizador eletrostático faz toda a diferença. A maioria das superfícies possui uma carga negativa ou neutra (a terra em si é negativa). Segundo a Agência de Proteção Ambiental (Environmental Protection Agency, EPA) dos Estados Unidos, vaporizadores eletrostáticos devem transmitir uma carga positiva para que as gotículas desinfetantes carregadas positivamente sejam atraídas para as superfícies negativas ou neutras a que se direcionam. Gotículas com carga positiva aumentam a adesão e o envolvimento.

TruDesign (Verdadeiro design): operação mais segura

Ao vaporizar grandes áreas, grandes edifícios ou espaços estreitos, um vaporizador sem cabo permite manobrar e movimentar-se livremente. Os vaporizadores da EMist são ergonômicos, leves e não utilizam cabo. Dessa forma, os operadores podem levar o vaporizador aonde o trabalho precisa ser realizado, em lugar de dependerem de tomadas no local de operação. A portabilidade é uma clara vantagem para qualquer usuário que precise ir aonde o trabalho é realizado e obter bons resultados.

TruAssurance (Verdadeira garantia): segurança do usuário

Segundo a EPA, vaporizadores desinfetantes eletrostáticos devem emitir gotículas de tamanho médio superior a 40 micrômetros. As gotículas devem ser grandes o suficiente para resistiremàevaporação eàderiva, mas pequenas o bastante para mudarem sua trajetória quando se aproximam de um alvo. A maioria dos vaporizadores de concorrentes produzem gotículas menores que 40 micrômetros, o que as torna altamente propensasàderiva e aumenta preocupações de inalação por parte do usuário. Os vaporizadores da EMist mantêm gotículas de tamanho médio de 75 micrômetros.

TruCost (Verdadeira economia): custo total de propriedade inferior

Com a necessidade de desinfetar grandes áreas, a aplicação manual de desinfetantes se tornou coisa do passado. A aplicação eletrostática é o novo normal. Os clientes que utilizam sistemas da EMist notam geralmente até 50% de redução em custos com mão de obra e produtos químicos. Preços competitivos, tecnologia eletrostática avançada e patenteada, e desempenho comprovado proporcionam um custo total de propriedade geral inferior.

A EMist anunciou um programa de reserva para compradores que queiram garantir suas unidades em dezembro. A empresa começará aceitando reservas reembolsáveis no valor de US$ 50 em seu site oficial em 2 de novembro às 8h CT (Horário Central dos Estados Unidos). O EX-7000 está disponível por meio de distribuidores da EMist a um preço de lista de US$ 3.995.

Sobre a EMist

Sediada em Fort Worth, estado norte-americano do Texas, a EMist desenvolve vaporizadores desinfetantes eletrostáticos inteligentes que tornam espaços mais saudáveis. Para saber mais, acesse EMist.com.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Doug Morrell

Telefone: 817.837.0200

doug@teleosmarketing.com

Fonte: BUSINESS WIRE

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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