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Contato com a natureza e sustentabilidade são tendências de arquitetura para 2021

Ambientes claros, acabamento em madeira, pedra e fibras vão estar em alta este ano.

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Curitiba – PR 18/1/2021 – Em nosso escritório, entendemos que nós, profissionais de arquitetura, temos a missão de projetar casas cada vez mais auto suficientes e sustentáveis.

Ambientes claros, acabamento em madeira, pedra e fibras vão estar em alta este ano.

Com a chegada do ano novo, os profissionais de arquitetura atualizam as informações sobre as tendências que devem reger a área neste ano. 2021 começou ainda sob o impacto da pandemia do coronavírus, mantendo alguns comportamentos como o isolamento social que fez com que os lares fossem ainda mais valorizados, segundo a arquiteta Renata Pisani.

Com 18 anos de experiência, a profissional afirma que, ao ficar mais tempo dentro de casa, a relação com esse espaço mudou e se buscou deixá-lo cada vez mais acolhedor, funcional e bonito.

Pensando nisso, a arquiteta separou algumas sugestões de tendências para a arquitetura e design de interiores em 2021.

De acordo com Renata Pisani, as tendências para este ano são um reflexo do que aconteceu em 2020, sendo perceptível uma busca maior pela natureza que resultou no desejo de trocar os apartamentos menores por casas maiores, sobrados com terraços e vista para o céu, seja para construir ou para comprar e alugar.

A arquiteta ainda afirma que o consumo consciente é outro fator que ganha relevância quando o assunto é o lar. “As pessoas se voltaram mais para as suas casas, e não querem mais aquilo que não agrega”, comenta.

Outro ponto destacado pela especialista é a funcionalidade e o conforto, que passam a ser as prioridades de quem está construindo ou reformando, deixando para trás estilos de arquitetura mais rebuscados, cheios de detalhes, interiores com móveis embutidos e abrem espaço para a praticidade com móveis mais soltos.

Reformas e renovações de acabamentos

Para quem está pensando em reformar e mudar os acabamentos, a dica da arquiteta Renata Pisani é apostar na madeira em tom claro, mais lavada, voltada para a decoração escandinava e ambientes claros.

No caso das paredes, ela lembra que “existe uma aposta de tendência nas cores fortes e vivas, como uma parede roxa, verde, azul que remetem à natureza e vão fazer a diferença. Já para quem prefere as texturas, a sugestão são as pedras e fibras”, complementa.

Contato com a natureza em apartamentos e espaços pequenos

A profissional também aponta que os clientes vêm solicitando, cada vez mais, a possibilidade de projetos que permitam estarem próximos da natureza, mesmo vivendo nas grandes cidades. “Mas, como nem todos têm a oportunidade de construir ou se mudar para bairros afastados, condomínios fechados, ou casas com espaço para jardim, ainda é possível trazer elementos naturais para dentro dos apartamentos. É isso que a gente faz indicando uma decoração clara com tons neutros, madeiras, com folhagens nos ambientes”, detalha.

Renata Pisani explica que essa é a chamada Arquitetura Biofílica, que possibilita o contato com a natureza pelo uso de elementos não naturais, como quadros com paisagens ou folhas de árvores, grama sintética, fibras para peças de decoração e tapetes.

Tecnologia dentro de casa

A arquiteta ainda aponta que os aparelhos digitais estão cada dia mais presentes e alguns recursos que antes pareciam coisas de desenho animado e ficção científica se tornaram reais. “A utilização de computadores para trabalhar, smartphones para uso de aplicativos e televisões que se conectam à internet ou que projetam conteúdos vindos de outros eletrônicos, fez com que os multiplicadores de sinal wi-fi sejam algo fundamental dentro dos lares”, explica.

Renata Pisani cita também outras formas de tecnologias disponíveis no mercado, como a automação para iluminação e eletrodomésticos, mas enxerga estas possibilidades como algo menos importante do que a distribuição de sinal da internet dentro de uma casa.

Sustentabilidade e consumo consciente

Sobre as pautas sustentabilidade e consumo consciente, que a cada dia estão mais em voga, Renata Pisani afirma que é algo irreversível e devem estar cada vez mais presentes nos projetos, principalmente para a construção de casas. “Em nosso escritório, entendemos que nós, profissionais de arquitetura, temos a missão de projetar casas cada vez mais autossuficientes e sustentáveis”, finaliza.

Website: https://www.rparquitetura.com.br

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Brasil passa a fazer parte do Protocolo de Nagoia sobre biodiversidade

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Recuperação mata atlântica/ fauna/ flora

Documento regulamenta repartição de recursos genéticos.

O Brasil depositou na Organização das Nações Unidas (ONU) a carta de ratificação do Protocolo de Nagoia, que regulamenta o acesso e a repartição de benefícios, monetários e não monetários, dos recursos genéticos da biodiversidade. De acordo com nota conjunta dos ministérios das Relações Exteriores e do Meio Ambiente, o documento assinado pelo presidente Jair Bolsonaro foi entregue ontem (4) à ONU.

O protocolo é um acordo multilateral acessório à Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), elaborada durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Eco-92), realizada no Rio de Janeiro em 1992. Ele foi concluído durante a 10ª Conferência das Partes da Convenção (COP-10), em 2010, em Nagoia, no Japão, e assinado pelo Brasil no ano seguinte, em Nova York.

O documento tem por objetivo viabilizar a repartição justa e equitativa dos benefícios derivados da utilização dos recursos genéticos da biodiversidade, como plantas, animais e micro-organismos, e dos conhecimentos tradicionais a eles associados. O tratado abrange pontos como pagamento de royalties, estabelecimento de joint ventures (associação de empresas), financiamentos de pesquisa, compartilhamento de resultados e transferência de tecnologias e capacitação.

Como é um tratado internacional, a entrada em vigor no Brasil dependia de aprovação do Congresso Nacional. Em agosto do ano passado, o documento foi então aprovado pela Câmara e pelo Senado e promulgado em decreto legislativo. “A entrega da carta de ratificação encerra um processo de debates que se estendia há anos no âmbito do governo federal e do Poder Legislativo. O engajamento do governo e o compromisso estabelecido entre representações do agronegócio e da área ambiental propiciaram a conclusão do processo de ratificação”, diz nota conjunta.

De acordo com o governo, o Brasil poderá participar das deliberações futuras no âmbito do protocolo, que ocorrerão já a partir da próxima Conferência das Partes da CDB, “na qualidade de país que dispõe de legislação avançada sobre biodiversidade e repartição de benefícios e que conta com um setor agropecuário moderno, com inestimáveis recursos genéticos derivados de seu patrimônio ambiental”.

Para os ministérios, a adesão do país ao Protocolo de Nagoia contribuirá para trazer segurança jurídica aos usuários e fornecedores de material genético e poderá desempenhar papel importante no processo de valorização dos ativos ambientais brasileiros, sobretudo no âmbito do pagamento por serviços ambientais e no desenvolvimento da bioeconomia.

“O Brasil reafirma seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e seu engajamento com o sistema multilateral, ao mesmo tempo em que persegue sua autonomia tecnológica e econômica e o fortalecimento da soberania sobre os recursos naturais em seu território”, finaliza a nota.

 

Por | Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília

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Iniciativa busca investimentos para projetos sustentáveis no Amazonas

Nascida na pandemia, empresa de impacto social quer mostrar potencial do estado em pesquisa, inovação, tecnologia e bioeconomia

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5/3/2021 – “Estamos conversando com instituições financeiras e empresas de tecnologia”, revela Tatiane.

Nascida na pandemia, empresa de impacto social quer mostrar potencial do estado em pesquisa, inovação, tecnologia e bioeconomia

A pandemia da Covid-19 escancarou as necessidades do Amazonas e provocou uma rede de solidariedade para sanar a falta de insumos básicos de saúde, como a escassez de oxigênio. A tragédia colocou a lupa no estado que precisa mais do nunca ser reconstruído. Uma iniciativa nascida no início da crise sanitária busca apoio para essa reconstrução, dando visibilidade para projetos socioambientais alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.

Liderado pela amazonense Tatiane Simão, o Somos Todos Amazonas quer mostrar o potencial do estado em tecnologia, pesquisa, inovação e bioeconomia. Para isso, selecionou 15 projetos de entidades, como o Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam), o Instituto de Desenvolvimento Tecnológico (INDT) e a Fundação Amazonas Sustentável (FAS), para buscar investimentos no Brasil e no exterior. E fez alianças institucionais importantes com o Polo Digital, a Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável (Abraps) e o governo do estado do Amazonas.

“Com as parcerias fechadas e os projetos definidos, passamos para a etapa de captação. Estamos conversando com instituições financeiras e empresas de tecnologia”, revela Tatiane.

Entre os projetos selecionados está o Programa Carbono Neutro (PCN), do Idesam, que permite que empresas, iniciativas e pessoas neutralizem suas emissões de gases de efeito estufa (GEE), responsabilizando-se pelo impacto que geram ao planeta.

“Fazemos a equação para identificar o volume de emissões de cada organização e transformamos essa quantidade em número de árvores que precisam ser plantadas. Também capacitamos produtores locais, entregamos mudas de qualidade e ajudamos na preparação do terreno para produzir. Com isso, temos um sistema que compensa as emissões desse parceiro e, ao mesmo tempo, os produtores têm assistência técnica e ajuda para a produção sustentável e para a comercialização”, explica Carlos Gabriel Koury, diretor-técnico do Idesam.

O Programa Carbono Neutro contempla mais de 70 famílias dos municípios de Apuí, Itapiranga e São Sebastião do Uatumã e já plantou mais de 100 mil árvores. Com metas ambiciosas, o programa busca mais empresas interessadas na carboneutralização. “O Somos Todos Amazonas traz a oportunidade de visibilidade ao projeto. Pensando no Brasil inteiro, só 10% da população está no Amazonas, então temos que nos conectar aos outros 90%”, pontua Koury.

O crescente interesse das empresas por práticas sustentáveis impulsiona o trabalho do Somos Todos Amazonas, que também busca negócios de baixo impacto ambiental para se instalar no estado. Os benefícios fiscais oferecidos pela Zona Franca de Manaus são atrativos.

“O Somos Todos Amazonas surgiu na emergência da pandemia e foi crescendo de forma orgânica, tornando-se uma empresa de impacto socioambiental e trazendo em seu DNA o desenvolvimento sustentável do estado”, afirma Tatiane.

Website: https://somostodosamazonas.com.br/

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Por que a avó materna é tão importante para os netos?

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Por que a avó materna é tão importante para os netos?

Entenda essa ligação de amor que transcende gerações.

Há uma ligação muito especial entre a avó materna e os seus netos e isso não surpreende ninguém. Essa relação é muito importante na vida de uma criança por muitos motivos e isso não se deve apenas pelo aspecto emocional. Muitos netos podem não frequentar tanto a casa da avó, porém, mesmo assim, eles estão unidos para toda a vida.

A avó materna é em particular “acusada” de ter responsabilidade direta com os netos. Além disso, sua influência passa por gerações, devido aos valores e aprendizados que ela ensina.

Além disso, em relação a genética, ela também é muito importante. Esta mulher é literalmente duplamente mãe, principalmente se sua prole for do sexo feminino. A mulher nasce com os óvulos já desenvolvidos, ou seja, seus netos também estavam dentro do seu ventre durante a gestação.

Como a ciência esclarece a importância da avó materna?

Conforme a teoria de Alejandro Jodorowsky, ensaísta chileno, não importa sua afinidade ou quantas lembranças de infância você tem da sua avó materna, pois você está ligado a ela por genes. Considerando essa abordagem, devemos analisar cuidadosamente como uma criança recebeu tal influência.

Aparentemente, a carga genética transmitida da mãe para o filho está diretamente relacionada à avó. De todos os avós, a avó materna é a que tem maior participação na herança genética.

A semelhança não necessita ser física, mas certamente esta avó deixou sua marca no nível genético. Muitas vezes, a semelhança é totalmente perceptível, como uma verruga, seus olhos ou a maneira como você anda. Também existem semelhanças internas, como por exemplo as características dos ossos, músculos ou e até alguma doença.

A formação do bebê dentro do útero da mãe recebe muito material biológico materno. Apesar de ambos os pais tenham participação de 50% na formação do embrião, para que ele se desenvolva, ele deve continuar se alimentando da mãe. Ou seja, quando acaba geneticamente a participação do pai, a mãe continua agindo.

Se a avó colaborou de alguma maneira na formação de seu neto conforme o seu DNA, então seus traços podem ser transferidos para a criança. Porém, Jodorowsky esclarece que não são apenas as características físicas que são herdadas. Aparentemente, as experiências emocionais da avó materna igualmente podem ser herdadas.

Conforme o ensaísta Jodorowsky, as emoções que a avó vivenciou ao engravidar da filha foram transferidas para ela e talvez para os futuros netos. Sendo assim, essa influência emocional pode continuar ativa no DNA, mesmo após uma geração.

Como sabemos, a informação do DNA mitocondrial, ou seja, aquele que é oriundo da mãe, é maior no momento da formação do embrião. O esperma do pai precisa desse tipo de informação, então os avós paternos não agem mais. Porém, alguns estudos genéticos estimam que as características genéticas do pai são mais dominantes em relação à hereditariedade.

Da mesma maneira, de um ponto de vista amplamente sentimental, na maioria dos casos, a avó materna está muito mais envolvida com a gravidez, o parto e a criação dos netos. A relevância desta figura é indiscutível. Podemos não perceber o que herdamos das nossas avós, mas sua presença em nossas vidas é muito importante em todos os pontos de vista.

 

Por | Suzana Villanuevawww.educadoreslive.com

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