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Pequenas e Médias Empresas: como o SEO pode ser um diferencial competitivo em 2021

Análise sobre como o Marketing Digital e o SEO podem ser um diferencial competitivo para pequenas e médias empresas.

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São Paulo, SP 24/1/2021 – Investir em SEO torna-se uma opção democrática para bater de frente com concorrentes de diferentes portes.

Análise sobre como o Marketing Digital e o SEO podem ser um diferencial competitivo para pequenas e médias empresas.

O ano de 2020 deixou marcas significativas na economia de empresas no mundo todo. No Brasil, negócios fecharam, empresas buscaram formas de reduzir custos e foi necessária uma reinvenção para conseguir driblar os impactos da economia.

A crise provocada pela Covid-19 deixou uma coisa cristalina: as empresas devem estar presentes no ambiente digital. A Internet, mais do que em qualquer outro ano, foi a principal válvula de escape para enfrentar a conturbada situação.

Nesse contexto de recuperação em 2021, as Pequenas e Médias Empresas (PMEs) terão um papel fundamental. Para efeito de comparação, no ano anterior, as PMEs apresentaram um forte crescimento. De acordo com um estudo do Sebrae e da FGV, os pequenos negócios já representam 30% do PIB nacional.

Considerando o dado, é natural imaginar que neste ano esse perfil de empresa estará ainda mais em evidência. Diante deste cenário de consolidação das PMEs, uma pergunta é muito importante e será explicada neste conteúdo: qual é o diferencial competitivo para esse tipo de negócio?

A resposta? Marketing Digital e estratégias de SEO.

Entendendo melhor o que é Marketing Digital

Antes de mais nada, é importante explicar o conceito de Marketing Digital.

Trata-se de um conjunto de atividades que uma empresa executa on-line com a finalidade de atrair novos clientes, estabelecer uma relação direta com o público e aprimorar a identidade da marca.

Entre os seus pilares estão o SEO e o Marketing de Conteúdo.

A importância do SEO e do Marketing de Conteúdo 

Para quem não está familiarizado com o termo, SEO é abreviação de Search Engine Optimization – em tradução livre: otimização para mecanismos de buscas.

Basicamente, são técnicas e estratégias utilizadas para fazer um determinado website aparecer nas primeiras posições em mecanismos de buscas, como Google e Bing. Em linhas gerais, é uma excelente forma de chamar a atenção do público-alvo antes dos concorrentes.

Mas como isso funciona?

Primeiramente, é essencial reforçar uma coisa: qualquer trabalho de SEO exige tempo. Entre os especialistas, o consenso é de que para um resultado bacana é necessário – no mínimo – seis meses. Ou seja, essa alternativa de marketing é um investimento a longo prazo.

Um bom projeto de SEO estrutura-se em cima de muito estudo, constância e alguns fatores técnicos.

No âmbito técnico, deve-se destacar três tópicos:

  • Palavras-chave: toda vez que um conteúdo é publicado em um site, usa-se uma palavra-chave para mostrar ao mecanismo de busca qual é o termo principal daquela página.

Nesse caso, há dois tipos de palavras-chave: as head tail (cauda curta) e as long tail (cauda longa). Elas são amplamente utilizadas, mas o foco de cada uma é diferente.

Para facilitar, um exemplo: alguém resolveu escrever um conteúdo sobre esportes.

Exemplo de cauda curta neste tema: esportes

Exemplo de cauda longa: esportes aquáticos

Dessa maneira, a compreensão fica mais fácil: as palavras-chave de cauda longa são mais específicas; enquanto as de cauda curta, mais generalizadas.

Em termos de posicionamento nos mecanismos de buscas, é mais simples fazer uma página com uma cauda longa aparecer nas primeiras posições, pois a concorrência é menor.

  • Volume de buscas x Dificuldade do termo: esse item é essencial para o uso correto de palavras-chave. Atualmente, existem inúmeras ferramentas que otimizam o trabalho de quem realiza ações de SEO. Praticamente todas elas oferecem um dado muito interessante: o volume de busca para determinado termo e a sua dificuldade para aparecer nas primeiras posições.

Mais um exemplo:

De acordo com o site SEMrush, a palavra “esportes” possui 550 mil buscas mensais, e a dificuldade para posicionar um conteúdo nesse termo é de 94% em um total de 100%.

Já o termo “esportes aquáticos” possui 4,4 mil buscas mensais e a sua dificuldade para ranqueamento é de 74%.

O ideal é sempre encontrar equilíbrio entre o volume de buscas e a dificuldade do termo.

  • Link Building: esse tópico é um pouco mais complexo, mas essencialmente refere-se à construção de uma rede de links internos e externos para o site. Os robôs dos motores de buscas valorizam (e muito) conteúdos que possuem links. Mas claro, quando eles são posicionados de forma natural e que façam sentido para a experiência do usuário ao navegar em seu website.

SEO e PMEs – Vale a pena o investimento?

Naturalmente, empresas de diferentes portes dispõem de um valor variado para investimentos em marketing e publicidade.

Grandes corporações conseguem colocar muito mais capital em estratégias mais sólidas de marketing, explorando tanto SEO quanto outras alternativas mais rápidas, como publicidade paga.

Contudo, pequenas e médias empresas, nem sempre, possuem um valor alto para aplicar nesse tipo de serviço. Ou seja, é preciso fazer cada centavo render.

É justamente nessa situação que o SEO pode ser o diferencial competitivo para PMEs.

Diferentemente de um anúncio pago, por exemplo, as técnicas de SEO não priorizam quem paga mais. Se uma multinacional e um pequeno empreendedor produzem o mesmo tipo de conteúdo e a mesma quantidade, quem sairá em vantagem não é aquele que pagou mais caro, mas sim quem fez a melhor produção.

Portanto, agora que os serviços on-line estão em voga, investir em SEO torna-se uma opção democrática para bater de frente com concorrentes de diferentes portes.

Onde encontrar especialistas em SEO?

Em uma rápida pesquisa é possível encontrar inúmeras agências de Marketing Digital. Entretanto, é recomendável cuidado ao contratar este serviço, uma vez que tornou-se comum o surgimento de agências que prometem mundos, mas na prática, não fazem nada.

Nesse caso, o ideal é conhecer melhor a história da empresa que deseja contratar, verificar quantos anos de experiência ela tem e os principais cases de sucesso.

Em São Paulo, mais precisamente no bairro da Mooca, um dos principais destaques na área de marketing e publicidade é a Agência Multlinks. Com mais de 12 anos no mercado, tornou-se referência na elaboração de projetos de SEO e Marketing de Conteúdo para pequenas e médias empresas.

Mais informações no website da agência: https://www.multlinks.com.br/

Website: https://www.multlinks.com.br/

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Liderança feminina impulsiona a performance e lucratividade de startups

A representatividade feminina no comando das startups tem avançado. Várias pesquisas indicam a correlação entre diversidade de gênero na liderança e o desempenho superior em geração de valor financeiro e competitivo de longo prazo.

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Campinas, SP 8/3/2021 – Startups criadas por pelo menos uma mulher possuem desempenho 63% melhor e resultados financeiros até 2,5 vezes superiores.

A representatividade feminina no comando das startups tem avançado. Várias pesquisas indicam a correlação entre diversidade de gênero na liderança e o desempenho superior em geração de valor financeiro e competitivo de longo prazo.

A presença das mulheres em posições de liderança vem crescendo ano a ano e nos ecossistemas de inovação não é diferente. A representatividade feminina tem tido cada vez mais espaço no comando das startups e, além de equilíbrio de gênero, pesquisas apontam que empresas com pelo menos uma cofundadora apresentam melhor desempenho em comparação àquelas iniciadas apenas por homens.

O continente Latino-Americano possui 16% de representatividade de mulheres em posições seniores em tecnologia da informação, conforme pesquisa realizada pela KPMG em parceria com a Harvey Nash. Apesar dessa porcentagem ainda ser pequena, ela é superior à média global de 11% de mulheres em posições seniores em tecnologia da informação.

Um estudo feito pelo fundo de capital de risco First Round Capital apontou que as startups fundadas por mulheres apresentam performance 63% melhor. Ainda neste sentido, segundo o Boston Consulting Group, a cada dólar que uma mulher fundadora ou cofundadora levanta, ela gera 2,5 vezes mais receita do que um fundador do gênero masculino. Adicionalmente, a pesquisa realizada pela McKinsey denominada Delivering Through Diversity mostra que empresas que possuem diversidade de gênero na direção possuem lucratividade 21% superior.

Cenário brasileiro

De acordo com dados do Cubo Itaú, hub de inovação e plataforma de geração de negócios entre startups, as mulheres ocupam posições de liderança em 28% das startups da comunidade. O número está acima da média nacional, pois segundo a Associação Brasileira de Startups apenas 15,7% possuem mulheres à frente do negócio.

As barreiras culturais ainda são os maiores empecilhos para esse crescimento, especialmente em ambientes de tecnologia, mas avanços podem ser percebidos. Para se ter uma ideia, somente 20% dos profissionais da área de Tecnologia da Informação no Brasil são mulheres, conforme o estudo da Softex.

Mulheres na Liderança Tecnológica

Mudanças mais significativas ainda são necessárias para se consolidar um cenário de maior diversidade nas empresas, principalmente no ramo de tecnologia e na liderança de startups de tecnologia, mas sinais de avanço já podem ser observados. O estudo da Crunchbase mostra que a porcentagem de startups com apenas fundadoras que captaram investimentos nos últimos 10 anos foi cerca de 3% do total de recursos no mercado, enquanto as startups que contam com fundadoras e fundadores captaram três vezes mais. Por outro lado, a boa notícia é que o investimento em startups com ao menos uma cofundadora aumentou em oito vezes nos últimos dez anos.

O Brasil possui casos de sucesso como startups de alta tecnologia lideradas por mulheres que estão crescendo e captando investimentos, e até uma das empresas consideradas como “unicórnios” brasileiros, o Nubank, tem uma cofundadora, a Cristina Junqueira. Outro caso interessante é o da Neuralmind, startup desenvolvedora de produtos de Inteligência Artificial para mercado financeiro e segurador, baseada em Campinas, São Paulo. A startup é liderada pela engenheira Patricia Tavares, CEO e cofundadora da empresa, que mesmo no contexto econômico ainda mais desafiador devido à pandemia tem alcançado conquistas importantes.

Nesse período, a NeuralMind aumentou o número de clientes, captou seu primeiro investimento seed e conseguiu reconhecimentos importantes, como a recente seleção para integrar o Cubo Itaú. Além disso, pelo segundo ano consecutivo, a Neuralmind foi premiada no ranking 100 Open Startups, que destaca as startups líderes no mercado brasileiro. E, também, foi destaque entre as 10 melhores startups de Inteligência Artificial, categoria inédita no prêmio. Em 2019, a startup já havia sido reconhecida entre as Top 10 na categoria de Visão Computacional. “Sinto-me totalmente parte de um movimento de mulheres que acreditaram em seu espaço na alta liderança”, conta Patricia.

Uma sócia mulher

Mais que estudos e pesquisas, quem salienta os benefícios da presença feminina no comando da startup é Roberto Lotufo, sócio-fundador da NeuralMind e CTO. Segundo ele, as qualidades das mulheres somam muito aos negócios. “Elas são multitarefas, conseguem fazer várias coisas simultaneamente e com qualidade, têm uma sensibilidade e percepção dos relacionamentos humanos muito aguçados. Sem contar no espírito materno para defender com afinco a equipe”, diz.

Lofuto valoriza a atuação da sócia no atual patamar alcançado pela startup. “A Patricia é admirável na sua coragem, ousadia, capacidade de liderança, resiliência e determinação. Todos esses fatores refletem o estágio de crescimento que a NeuralMind conquistou até hoje. Trabalhamos em conjunto, mas o drive da empresa é dado por ela, sem dúvida”, completa.

Exemplos que inspiram

Ver mulheres no topo serviu de inspiração para Patricia, que mirou em pessoas como a Primeira-ministra do Reino Unido, Margaret Tatcher, e a juíza norte-americana Ruth Bader Ginsburg, “Elas foram grandes mulheres, com trajetórias exemplares. Assim como elas se tornaram referência para mim, acredito que nosso exemplo pode inspirar a próxima geração de líderes femininas. Por isso, acredito ser nosso papel estimular o desenvolvimento da liderança em outras mulheres”, destaca.

Segundo Patricia, o caminho para escalar a trilha da liderança possui muitos desafios, mas os exemplos de mulheres bem-sucedidas no comando de empresas cresce cada vez mais. “Acredite no seu potencial e trabalhe duro para continuar expandindo suas competências. Seja sempre flexível mas determinada. Mantenha uma postura de aprendizado, mudança constante e o sucesso virá”, aconselha.

Futuro

A partir da sua visão sistêmica do negócio e das perspectivas futuras, Patricia busca cada vez mais inserir mulheres em seu time e encorajar o ingresso feminino no universo da inovação.

“Nosso objetivo é trabalhar constantemente na evolução da tecnologia e na incorporação dela em negócios de diferentes portes, permitindo que as competências das pessoas, homens e mulheres, seja mais bem empregada em trabalhos mais criativos e complexos. O progresso de empresas de tecnologia como a nossa abre oportunidade para reconhecermos cada vez mais o talento feminino nessa área, tão tradicionalmente ocupada por homens”, reforça.

 

 

 

Website: http://www.neuralmind.ai

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Perspectivas para os supermercados em 2021

Apesar dos desafios e das incertezas sobre a retomada econômica, supermercadistas esperam um 2021 favorável para o varejo

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Florianópolis – SC 8/3/2021 –

Apesar dos desafios e das incertezas sobre a retomada econômica, supermercadistas esperam um 2021 favorável para o varejo

Em meio à crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, os supermercados foram um dos setores que mais se destacaram na economia no ano passado.

De acordo com o Índice Nacional de Vendas da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), 2020 acumulou alta de 9,36% em relação a 2019. Uma pesquisa da entidade, divulgada no início de fevereiro deste ano, mostrou que as vendas em dezembro cresceram 18% em relação a novembro. Já na comparação com dezembro de 2019, o aumento foi de 11,5%.

Segundo o vice-presidente da ABRAS, Marcio Milan, o auxílio emergencial teve grande impacto nesse resultado, pois grande parte desses recursos foram utilizados no varejo.

2020: superação de dificuldades

Apesar do crescimento, o setor também precisou superar desafios no ano passado. Uma das dificuldades, segundo Milan, foi o aumento dos custos operacionais devido à alta da inflação e do dólar. Além disso, os investimentos para adequação das lojas aos protocolos de segurança sanitária também sacrificaram as finanças dos supermercadistas.

Em evento realizado em novembro pela Associação Paranaense de Supermercados (APRAS), o presidente da entidade, Carlos Beal, também afirmou que 2020 foi um ano de dificuldades. No entanto, oportunidades também se fizeram presentes.

Segundo Bial, o setor contratou cerca de 15 mil pessoas desde o início da pandemia até novembro do ano passado. E o evento promovido pela APRAS teve como objetivo justamente orientar o varejo de todos os portes e regiões do país para que soubessem como iniciar e o que fazer em 2021.

Perspectivas para os supermercados em 2021

Segundo especialistas do mercado financeiro, a tendência para 2021 é de que o segmento se fortaleça ainda mais e assuma uma posição ainda melhor do que tinha antes da pandemia.

Um dos motivos é o fato de que, com o home-office, muitas pessoas mudaram os seus hábitos de consumo. As refeições, que passaram a ser feitas em casa, é um dos exemplos dessa mudança de comportamento. Embora algumas empresas já tenham retomado as atividades presenciais, muitas ainda mantêm o trabalho remoto – de forma total ou parcial. E essa situação deve perdurar, ao menos até que toda a população seja vacinada contra a COVID-19. Por isso, a tendência é de que a demanda por gêneros de primeira necessidade permaneça aquecida, o que beneficia os supermercados.

Outro ponto levantado por especialistas é o aumento do consumo de marcas próprias. Com a alta da inflação, houve uma migração natural dos consumidores para esses produtos que, historicamente, proporcionam melhores margens aos supermercados.

Já a ABRAS estima crescimento de 4,5% para o setor supermercadista em 2021. Os motivos do otimismo, segundo Milan, são o início da vacinação contra a COVID-19 e as expectativas favoráveis na condução de importantes reformas, como a tributária e a administrativa.

Consumidor multicanal

Uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) mostrou a mudança de comportamento do consumidor brasileiro durante o isolamento. As compras online de bebidas e alimentos cresceram 79% no ano passado. Já os pedidos por aplicativos registraram alta de 30%.

Segundo o presidente da APRAS, com a pandemia, o consumidor se tornou multicanal. Além de estarem mais conectadas, as pessoas estão mais exigentes e atentas às tendências do mercado. Isso faz com que o setor supermercadista fique mais competitivo, não somente entre os atuais players, mas também com a entrada de novos participantes, como padarias e casas de carnes especializadas e pequenos produtores orgânicos, por exemplo.

Carlos Beal acredita que o novo consumidor deseja novas oportunidades. Segundo ele, atualmente a concorrência não está somente na internet, e o varejo tradicional só sobreviverá se descobrir meios de se adaptar a essas novas demandas. E isso inclui, além de qualidade e diversificação de produtos, um eficiente atendimento online.

Website: https://visualsuper.com.br

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Chefes de família: pesquisa revela aumento no número de mulheres empreendedoras

Como as mulheres brasileiras mudaram o cenário da família tradicional, ao conciliar atividades do lar e trabalho

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São Paulo, SP 8/3/2021 –  “As mulheres se reinventam para permanecer. É necessário continuar essa jornada, e tentar impactar de forma positiva no negócio e nas futuras gerações”

Como as mulheres brasileiras mudaram o cenário da família tradicional, ao conciliar atividades do lar e trabalho

A tradicional família brasileira mudou. A hierarquia dentro dos lares também. Há tempos, que as donas de casa, que antes tinham como tarefa cuidar, alimentar e educar os filhos, começaram a exercer algum tipo de atividade financeira, para ajudar com as despesas da casa.

O tempo voou e o trabalho feminino tornou-se tão importante, que a Organização das Nações Unidas (ONU) criou em 2014, uma data para celebrar a mulher empreendedora e seu impacto na economia, dia 19 de novembro, o Dia Global do Empreendedorismo Feminino.

Um estudo da Serasa Experian revelou que mais de cinco milhões de brasileiras são empreendedoras e que estão à frente de 43% dos negócios do país, a maior parte delas atuando como MEI ou sócias de micro e pequenas empresas.

Cenário bem diferente, nas grandes corporações, onde somente 0,2% das empreendedoras são sócias de grandes empresas.

“O empreendedorismo torna viável a mulher trabalhar, fazer o que gosta e ter mais flexibilidade com horários, o que é imprescindível, já que há a necessidade de conciliar as tarefas domésticas e a educação dos filhos”, opina Monica Marchett, fundadora do Instituto Vida e Saber.

Grande parte das mulheres empreende por necessidade ou desejo de independência, e por tantas vezes, acabam tornando-se as chefes do domicílio. Segundo o SEBRAE, atualmente são 9,3 milhões de mulheres à frente de uma empresa no Brasil, representando 34% de todos os  donos de negócios do país.

“As mulheres se reinventam para permanecer. É necessário continuar essa jornada, e tentar impactar de forma positiva no negócio e nas futuras gerações de mulheres e jovens empreendedoras”, conclui Monica Marchett.

 

Website: https://monicamarchett.com.br/as-novas-chefes-de-domicilio-nos-lares-brasileiros/

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